Rodrigo Galindo

Chairman da Cogna Educação

Em exercício desde 1999
01Biografia

Resumo biográfico

Rodrigo Calvo Galindo (nascido em 1976) é executivo brasileiro formado em Direito pela Universidade de Cuiabá (Unic) e possui mestrado em Educação pela PUC-SP. Iniciou sua carreira aos 13 anos trabalhando na faculdade da família, assumindo cargo de liderança aos 17 anos. Aos 23 anos abriu a Faculdade do Amapá (Fama). Em 2007, assumiu a presidência da Iuni, grupo educacional de sua família, que realizou oito aquisições em três anos. Em 2011, vendeu a Iuni para a Kroton por R$ 200 milhões, tornando-se diretor de Ensino Superior e Operações, sendo eleito presidente da Kroton no final do mesmo ano. Durante sua gestão na Kroton (posteriormente renomeada Cogna), o grupo realizou aquisições estratégicas, incluindo a fusão com a Anhanguera em 2014 e a compra da Somos Educação por R$ 4,6 bilhões em 2018. Sob sua liderança, a companhia formou mais de 1,7 milhão de alunos desde 2010, incluindo 235 mil profissionais de saúde e mais de 3.500 médicos. Em fevereiro de 2022, deixou o cargo de diretor-presidente após 11 anos, assumindo a posição de Presidente do Conselho de Administração (Chairman) da Cogna, enquanto Roberto Valério assumiu como CEO. Esta mudança foi resultado de um processo iniciado em 2018, quando Galindo manifestou intenção de concentrar-se em questões estratégicas e digitalização da empresa. Em 2024, completou sua saída executiva e assumiu dedicação a temas estratégicos como mentor do Programa Diversidade em Conselhos (PDeC).
02Carreira

Trajetória

  1. 20112022
    Diretor-Presidente da Kogna/Kroton

    Liderou aquisições estratégicas incluindo fusão com Anhanguera em 2014 e compra da Somos Educação em 2018

  2. 20072011
    Presidente da Iuni

    Presidiu grupo educacional de sua família, realizando oito aquisições em três anos

  3. 1999atual
    Fundador da Faculdade do Amapá (Fama)
04Na imprensa

Notícias de outros portais

22 de set. de 2024

Não queria mais ser CEO; queria abrir minha vida para outras coisas

Rodrigo Galindo concedeu entrevista ao Estadão sobre sua saída do cargo de CEO da Cogna Educação. Revelou que marcou sua saída do cargo com um retiro de ioga e meditação no Sri Lanka. Explicou que havia decidido em janeiro de 2018 deixar a presidência para dedicar-se a questões estratégicas da companhia e que a decisão foi formalizada em processo que durou anos.

Fonte: Estadão

25 de mar. de 2022

Cogna quer mostrar que virou a página em 2022 com nova estrutura e CEO

Após apresentar queda significativa nos resultados financeiros com a reestruturação do Fies em 2014 e com a pandemia iniciada em 2020, a Cogna entrou em 2022 com novo CEO. Rodrigo Galindo deixou a diretoria executiva para se tornar presidente do conselho de administração, enquanto Roberto Valério, então CEO da Kroton, assumiu a presidência executiva. O grupo conseguiu reverter o balanço vermelho de 2020 e fechou 2021 com boa parte das contas no azul.

Fonte: Estadão

11 de fev. de 2022

Cogna (COGN3): Rodrigo Galindo deixará presidência no final de março e vai para Conselho; Roberto Valério assumirá como CEO

A Cogna Educação comunicou que Rodrigo Galindo deixaria a presidência executiva no final de março de 2022 para assumir a posição de presidente do conselho de administração. Roberto Valério seria eleito diretor-presidente (CEO) da companhia. Segundo a empresa, a mudança foi resultado de um longo processo iniciado em 2018, quando Galindo manifestou intenção de concentrar-se em questões estratégicas e digitalização.

Fonte: InfoMoney

11 de fev. de 2022

Rodrigo Galindo deixa presidência da Cogna e vai para o conselho; Roberto Valério assume

Rodrigo Galindo deixou a presidência executiva da Cogna Educação após 11 anos no cargo para se tornar presidente do conselho de administração. Roberto Valério, então CEO da divisão Kroton, assumiu o cargo de diretor-presidente da companhia. A mudança foi resultado de um processo iniciado em 2018, quando Galindo manifestou ao conselho sua intenção de concentrar-se em temas estratégicos e no processo de digitalização da empresa.

Fonte: Valor Econômico

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18 de nov. de 2021

Rodrigo Galindo - CEO do grupo Kroton

Perfil de Rodrigo Galindo, formado em Direito pela Universidade de Cuiabá (Unic) com mestrado em Educação pela PUC-SP. Iniciou carreira no setor educacional desde jovem. Aos 23 anos abriu sua primeira faculdade, a Faculdade do Amapá. Em 2007 assumiu a presidência da Iuni, grupo educacional da família, que realizou oito aquisições em três anos. Em 2011 vendeu a Iuni para a Kroton por R$ 200 milhões e se tornou diretor, depois CEO da empresa.

Fonte: Suno

15 de dez. de 2020

O plano de Galindo para fazer a Cogna voltar a mexer os ponteiros

A Cogna reestruturou as operações físicas da Kroton, anunciou um e-marketplace B2C e divulgou metas ambiciosas de Ebitda e geração de caixa sob a liderança de Rodrigo Galindo. O plano buscava retomar a confiança do mercado após período de dificuldades.

Fonte: NeoFeed

07 de out. de 2019

Kroton passa a se chamar Cogna e divide grupo em quatro empresas

A Kroton anunciou mudança de razão social para Cogna e dividiu o grupo em quatro novas empresas, ampliando oferta de serviços B2B para escolas e universidades. A empresa, líder em educação privada no Brasil, buscava se reposicionar no mercado com a nova estrutura organizacional.

Fonte: Exame

Sem imagem

23 de abr. de 2018

Kroton fecha compra da Somos Educação por R$ 4,6 bilhões

A Kroton Educacional, líder em educação superior privada no Brasil, fechou a compra do controle da Somos Educação por R$ 4,6 bilhões, em sua segunda aquisição no segmento de educação básica. A Somos Educação era proprietária das editoras Ática, Scipione e Saraiva, do Anglo, da escola de inglês Red Ballon e outras operações de educação.

Fonte: G1

13 de abr. de 2015

Kroton pretende concluir venda da Uniasselvi até setembro, diz presidente

Rodrigo Galindo, então presidente da Kroton, afirmou que a empresa esperava finalizar a venda da Uniasselvi até setembro de 2015. O executivo não adiantou os valores sendo negociados, mas informou que o processo envolvia vários players nacionais e internacionais.

Fonte: InfoMoney