Roberto Bischoff

Presidente executivo da Braskem (petroquímica)

01Biografia

Resumo biográfico

Roberto Bischoff é executivo da indústria petroquímica brasileira. Trabalhou na Braskem de 2008 a 2019, onde foi vice-presidente de competitividade nos últimos três anos dessa primeira passagem. Entre 2019 e janeiro de 2023, atuou como CEO da Ocyan, subsidiária de serviços de óleo e gás controlada pela Novonor (antiga Odebrecht). Em janeiro de 2023, assumiu o cargo de diretor-presidente e CEO da Braskem, sucedendo Roberto Simões. Durante sua gestão na Braskem, enfrentou desafios relacionados ao desastre ambiental em Maceió, Alagoas, causado pela exploração de sal-gema pela empresa, que resultou no afundamento de solo e na remoção de aproximadamente 57 mil pessoas. Em dezembro de 2023, declarou que "situações políticas" distorciam informações sobre o caso de Maceió, afirmando que a empresa estava comprometida com um trabalho de mais de quatro anos. Em 2024, comentou sobre mudanças climáticas e o impacto das enchentes no Rio Grande do Sul na matriz de risco da companhia. Bischoff permaneceu no cargo até 30 de novembro de 2024, quando foi substituído por Roberto Paraiso Ramos, conforme indicação da Novonor. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem aprovou sua convocação em fevereiro de 2024 para depor sobre as operações da empresa.
02Carreira

Trajetória

  1. 20232024
    Braskem
  2. 20192022
    Ocyan
  3. 20082019
    Braskem
04Na imprensa

Notícias de outros portais

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04 de nov. de 2024

Braskem anuncia troca no comando da empresa

Roberto Bischoff deixará o cargo de diretor-presidente da Braskem no final de novembro de 2024. A Novonor, principal acionista da empresa, indicou Roberto Prisco Paraíso Ramos para sucedê-lo. Bischoff havia assumido a presidência em janeiro de 2023, permanecendo no cargo por menos de dois anos. A mudança ocorre em contexto de indefinições sobre a venda da participação de Novonor e Petrobras na petroquímica.

Fonte: Poder360

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04 de nov. de 2024

Braskem tem terceiro Roberto em quatro anos e esfria chances de venda

A mudança de CEO da Braskem, que trocou Roberto Bischoff por Roberto Prisco Ramos, foi interpretada como sinal de que Emílio Odebrecht, controlador da Novonor, quer aumentar sua ingerência sobre a petroquímica, reforçando a ideia de que a venda da Braskem não deve acontecer tão cedo. Bischoff permaneceu no cargo por menos de dois anos.

Fonte: InvestNews

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04 de nov. de 2024

Novonor indica novo presidente-executivo para Braskem

A Braskem anunciou que o acionista controlador grupo Novonor indicou Roberto Paraiso Ramos para ocupar o lugar de Roberto Bischoff na presidência-executiva da petroquímica. Bischoff permanecerá no cargo até 30 de novembro. Ramos já foi vice-presidente da companhia entre 2002 e 2010.

Fonte: InfoMoney

30 de jul. de 2024

O risco das mudanças climáticas é o aprendizado das enchentes no RS, diz presidente da Braskem

Roberto Bischoff, presidente da Braskem, afirmou que o risco maior das mudanças climáticas é um dos grandes aprendizados das enchentes no Rio Grande do Sul. Bischoff declarou que as mudanças climáticas estão na pauta de discussões da Braskem há anos, mas ninguém esperava uma tragédia de dimensões como a que aconteceu no RS, o que acendeu alerta na companhia.

Fonte: Estadão

28 de fev. de 2024

CPI aprova convocação de Roberto Bischoff, presidente da Braskem

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem aprovou a convocação do presidente da empresa, Roberto Bischoff, para depoimento. O pedido foi feito pelo senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL). Além de Bischoff, o diretor de comunicação Marcelo Arantes também foi convocado. A CPI investiga as ações da mineradora relacionadas ao afundamento do solo em Maceió.

Fonte: CartaCapital

04 de dez. de 2023

Presidente da Braskem sobre colapso em Maceió: 'Política distorce informações'

Roberto Bischoff, presidente da petroquímica Braskem, afirmou em declaração que situações políticas distorcem informações sobre o colapso em Maceió, em Alagoas, relacionado ao afundamento de uma mina de exploração de sal-gema operada pela empresa. Bischoff não especificou quais seriam as situações políticas envolvidas no caso.

Fonte: O Tempo

04 de dez. de 2023

CEO da Braskem vê 'distorções' no caso do solo de Maceió

Roberto Bischoff, diretor-presidente da Braskem, afirmou que a política distorce informações sobre o colapso em Maceió, em Alagoas, ocasionado pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema operada pela empresa. Bischoff declarou que a companhia está comprometida com um trabalho de mais de quatro anos e com processos que não coloquem em risco as pessoas. Aproximadamente 57 mil pessoas foram removidas de suas casas, e o risco de colapso atinge cinco bairros.

Fonte: Nexo Jornal

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28 de nov. de 2022

Roberto Bischoff será novo presidente da Braskem em janeiro

A Braskem informou que Roberto Simões deixará o cargo de presidente a partir do 1º de janeiro de 2023. Para seu lugar, a Novonor, como acionista controladora, indicou Roberto Bischoff. A nomeação do executivo foi formalmente submetida à aprovação do Conselho de Administração da petroquímica. Bischoff também deixou o cargo de membro do Conselho de Administração, permanecendo em exercício de suas funções até 31 de dezembro de 2022 para apoiar a transição.

Fonte: CNN Brasil

28 de nov. de 2022

Roberto Simões deixa a Braskem e Bischoff assume com CEO

A Braskem anunciou a saída de Roberto Simões do comando da petroquímica. Simões deixou o cargo de CEO e o cargo de membro do conselho de administração a partir de 1º de janeiro de 2023. Roberto Bischoff assumiu seu lugar. Bischoff havia trabalhado na Braskem de 2008 a 2019 como vice-presidente de competitividade nos seus últimos três anos. Desde então, era CEO da Ocyan, subsidiária de serviços de óleo e gás controlada pela Novonor. A mudança ocorreu em meio a incertezas sobre a venda da petroquímica controlada por Novonor e Petrobras.

Fonte: Pipeline Valor