Foto oficial de Rafael Simões

Rafael Simões

Deputado Federal, Advogado

01Biografia

Resumo biográfico

Rafael Tadeu Simões nasceu em 29 de novembro de 1964 em Pouso Alegre, Minas Gerais. É advogado, empresário e professor universitário. Foi prefeito de Pouso Alegre e atualmente exerce mandato como Deputado Federal pela União Brasil representando Minas Gerais, no período 2023-2027. Integra a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados como titular. Em 2026, apresentou 72 propostas legislativas como autor e foi relator de 14 proposições. Compareceu a 54 dias de sessões plenárias, com 7 ausências justificadas e nenhuma ausência não justificada. Registrou 79% de disciplina partidária nos últimos seis meses, com 645 votações alinhadas em 822 votações totais. Seus gastos com cota parlamentar em 2026 totalizaram R$ 248.806,48. Conforme denúncia do Ministério Público Federal, foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região em outubro de 2025 por ato de improbidade administrativa envolvendo desvio de medicamentos e materiais hospitalares do Hospital das Clínicas Samuel Libânio entre 2014 e 2016, com destino a tratamento de animais em propriedade particular. A condenação ocorreu junto com duas ex-servidoras do hospital. Posteriormente, em 24 de junho de 2026, celebrou acordo de não persecução cível com o Ministério Público Federal para solução consensual da demanda, reconhecendo os desvios e criação de contas fictícias para justificar as saídas de produtos, com pagamentos parciais posteriores.
02Carreira

Trajetória

  1. 20232027
    Deputado Federal
04Na imprensa

Notícias de outros portais

06 de out. de 2025

Tribunal federal condena deputado Rafael Simões e duas ex-servidoras por improbidade administrativa em Pouso Alegre, MG

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) condenou o deputado federal Rafael Simões (UNIÃO) e duas ex-servidoras do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre (MG), por ato de improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os desvios ocorreram entre 2014 e 2016 e tinham como destino o tratamento de animais em uma fazenda do parlamentar. A decisão, unânime entre os desembargadores, reformou parcialmente a sentença de primeira instância, que havia absolvido os acusados. Os desvios envolveram medicamentos e materiais hospitalares da instituição mantida com recursos públicos.

Fonte: G1