Nina da Hora

Cientista da Computação, Pesquisadora e Ativista

Em exercício desde 2021
01Biografia

Resumo biográfico

Ana Carolina Silva das Neves da Hora, conhecida como Nina da Hora, nasceu em 1995 em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. É cientista da computação formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), mestra em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com dissertação sobre epistemicídio computacional no reconhecimento facial, orientada por Sandra Avila e coorientada por Marisol Marini. Cursa também mestrado em Política Científica e Tecnológica na Unicamp, com pesquisa sobre governança de inteligência artificial. Suas prioridades de pesquisa incluem pensamento crítico sobre inteligência artificial, combate ao racismo algorítmico, desenvolvimento de tecnologias descoloniais e incentivo a jovens negros em espaços tecnológicos. Atua como consultora de Tecnologia Responsável da Thoughtworks, pesquisadora assistente do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (CTS-FGV), colunista de inteligência artificial e ética na revista MIT Technology Review Brasil e colunista da UOL. É membro do Conselho Consultivo de Segurança do TikTok no Brasil desde 2021 e integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão) do governo Lula. Fundou em 2020 o Instituto da Hora, organização sem fins lucrativos dedicada a pesquisa em direitos digitais no Brasil, com foco em direitos digitais para populações negras e indígenas. Criou os projetos 'Computação da Hora' e 'Computação Sem Caô' para ensinar conceitos de computação em linguagem acessível, além do podcast Ogunhê que apresenta contribuições científicas africanas. Recebeu o Sabiá Award de Cambridge em 2022 pela pesquisa sobre racismo algorítmico no reconhecimento facial, foi listada como Forbes Under 30 pelo MIT em 2021 e eleita em 2020 uma das 100 mulheres pesquisadoras mais importantes do mundo na área de ética em inteligência artificial. É palestrante, escritora e influenciadora digital com presença ativa em redes sociais debatendo tecnologia sob perspectiva antirracista.
02Carreira

Trajetória

  1. 2021atual
    Pesquisadora Assistente

    Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (CTS-FGV)

03Projetos & relatorias

Iniciativas legislativas

Instituto da Hora
Organização sem fins lucrativos de pesquisa em direitos digitais

Fundado em 2020, o Instituto da Hora promove pesquisa em direitos digitais no Brasil com foco em direitos de populações negras e indígenas.

Computação da Hora
Série de vídeos educativos

Série de vídeos que ensina conceitos de computação de forma simples e gratuita, utilizando linguagem acessível e materiais do dia a dia.

Computação Sem Caô
Canal do YouTube

Canal do YouTube onde Nina divulga conteúdo sobre conceitos de computação em linguagem acessível para o público geral.

Podcast Ogunhê
Apresentação de cientistas africanos

Podcast criado em 2020 com objetivo de apresentar contribuições científicas africanas e entrevistar cientistas do continente africano.

04Na imprensa

Notícias de outros portais

23 de jun. de 2025

Nina da Hora quer que você leia as letras miúdas da tecnologia

Episódio do podcast Fio da Meada da Rádio Novelo apresentando Nina da Hora, cientista da computação, desenvolvedora e hacker antirracista. A descrição menciona que no começo de sua carreira, Nina enfrentou sistemas de reconhecimento facial que não reconheciam seu rosto, o que a alertou para a importância de ampliar seu olhar sobre a interface entre tecnologia e sociedade. Atualmente, Nina faz mestrado em ética, pesquisando vieses raciais no aprendizado de máquinas, incluindo reconhecimento facial. Ela participa de conselhos públicos e privados como o Conselho de Segurança do TikTok no Brasil e é fundadora do Instituto da Hora, que promove direitos digitais para populações negras e indígenas.

Fonte: Rádio Novelo

16 de mai. de 2023

#100DaInovação: como Nina da Hora une ética, inteligência e tecnologia

Matéria sobre Nina da Hora como uma das 100 mulheres inovadoras. A reportagem destaca sua atuação como consultora de Tecnologia Responsável da Thoughtworks e influenciadora. Nina é referência em ética em IA e tecnologia responsável no Brasil, com foco em combater o "racismo algorítmico" e criar tecnologias descoloniais. Além disso, faz pesquisas sobre Cyberbrics e é conselheira de segurança do TikTok. Seu principal projeto é o Computação da Hora, série de vídeos gratuitos sobre conceitos de computação.

Fonte: Época NEGÓCIOS

09 de mai. de 2023

Conselhão do Lula tem 98 mulheres e diversidade de lideranças

Matéria sobre o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável do governo Lula III, formado por 246 membros, dos quais 98 são mulheres (40% do total). O conselho é composto por ativistas dos direitos das mulheres, igualdade racial, população LGBTQIA+, líderes de movimentos sociais e empresas de tecnologia. A reportagem lista diversas líderes nomeadas, incluindo líderes de empresas de tecnologia como Cristina Junqueira (Nubank), Nayana Sampaio (Amazon), Silvia Penna (Uber) e Tânia Cosentino (Microsoft), mas Nina da Hora não é mencionada nominalmente neste contexto específico.

Fonte: Vermelho

02 de abr. de 2023

Nina da Hora: "As big techs já ultrapassaram os limites da influência delas"

Entrevista com Nina da Hora, cientista da computação de 28 anos da Baixada Fluminense. A matéria destaca sua atuação como pesquisadora, palestrante, escritora, ativista e influenciadora digital. Nina é bolsista do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, colunista da MIT Technology Review Brasil e membro do Conselho Consultivo de Segurança do TikTok. A entrevista aborda seu trabalho debatendo tecnologia sob o olhar da luta antirracista.

Fonte: Galileu

01 de fev. de 2023

7 influencers de inovação que já foram Forbes Under 30

Artigo que destaca sete influenciadores digitais que foram listados na Forbes Under 30 e trabalham com temas de tecnologia, metaverso, Web3, NFT e inteligência artificial. Nina da Hora é citada como cientista de computação criadora do podcast Ogunhê, que apresenta a história de cientistas do continente africano através de jogos e narrativas interativas. Na época, Nina possuía 42,2 mil seguidores nas redes sociais onde divulga seus projetos e trabalhos.

Fonte: Forbes Brasil

Sem imagem

15 de jul. de 2022

Conheça Nina Da Hora

Matéria sobre Nina da Hora, identificada como Ana Carolina da Silva Neves, cientista da computação, pesquisadora na área de Pensamento Computacional, ativista e hacker antirracista. O artigo destaca que seu interesse pela tecnologia surgiu aos 12 anos, quando começou a programar na casa da tia, não tendo computador em casa. Aborda seus projetos como o Podcast Ogunhê (criado em 2020), "Computação Da Hora" e "Computação sem caô". Menciona sua atuação como membro do conselho consultivo de segurança do TikTok no Brasil e sua atuação como palestrante.

Fonte: Nós, mulheres da periferia

16 de mar. de 2022

Nina da Hora hackeia o racismo e transforma a computação

Reportagem sobre Nina da Hora como cientista da computação que trabalha na intersecção entre tecnologia e ativismo antirracista. A matéria aborda seu trabalho como pesquisadora na área de Pensamento Computacional, sua atuação como hacker antirracista e sua criação do Podcast Ogunhê em 2020, que apresenta contribuições científicas africanas. Nina também desenvolveu os projetos "Computação Da Hora" e "Computação sem caô" para ensinar conceitos de computação em linguagem acessível usando materiais do dia a dia.

Fonte: Terra

27 de set. de 2021

At Work: Nina da Hora abre caminho para outras mulheres na tecnologia

Perfil de Nina da Hora na coluna "At Work" da Harper's Bazaar. A matéria destaca que ela estava cursando mestrado enquanto ainda completava a graduação em Ciências da Computação na PUC-RJ. Com 26 anos à época, nascida em Duque de Caxias no Rio de Janeiro, é apresentada como uma inspiração para inclusão de pessoas pretas, periféricas, mulheres e LGBTQIA+ na tecnologia. O artigo aborda sua pesquisa em inteligência artificial, segurança digital e robótica, incluindo testes de algoritmos para evitar preconceitos no reconhecimento facial. Ela expressava desejo de se formar doutora antes dos 30 anos.

Fonte: Harper's Bazaar » Moda, beleza e estilo de vida em um só site

06Causas

Causas e valores defendidos

Ética em Inteligência Artificial

Combate ao racismo algorítmico e vieses em sistemas de reconhecimento facial

Direitos Digitais

Pesquisa e advocacia por direitos digitais para populações negras e indígenas no Brasil

Inclusão de Mulheres e Pessoas Negras na Tecnologia

Incentivo a jovens negros e mulheres a ocuparem espaços na área de tecnologia e computação

Tecnologia Descolonial

Desenvolvimento de tecnologias fora dos circuitos exclusivamente americano e europeu