Nelson Mussolini

Presidente Executivo do Sindusfarma

Em exercício desde 1979
01Biografia

Resumo biográfico

Nelson Mussolini é advogado com mais de 45 anos de experiência na indústria farmacêutica, tendo atuado em funções executivas em empresas de grande porte. Atualmente, é Presidente Executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) e membro do Conselho Nacional de Saúde. Como porta-voz da indústria farmacêutica brasileira, participa ativamente de debates sobre regulação de preços de medicamentos, inovação no setor, pesquisa clínica e políticas públicas de saúde. Mussolini tem se pronunciado sobre questões como o impacto da jornada de trabalho 6x1 nos custos operacionais das indústrias, os desafios da dependência brasileira de insumos farmacêuticos importados, e as dificuldades regulatórias que afetam o acesso a medicamentos. Segundo suas declarações, a indústria farmacêutica enfrenta margens reduzidas devido ao controle de preços, longos prazos de desenvolvimento (frequentemente superiores a uma década) e altos investimentos em pesquisa, onde estima-se que de cada 10 mil tecnologias estudadas, apenas uma chega ao mercado. O executivo tem criticado políticas como o que classifica como 'demonização' da indústria e enfatiza a necessidade de diálogo pragmático entre o setor, governo e sociedade para ampliar o acesso e a qualidade dos medicamentos. Também atua como diretor do Conselho de Saúde (ComsAúde) da FIESP.
02Carreira

Trajetória

  1. 1979atual
    Advogado com experiência executiva na indústria farmacêutica
04Na imprensa

Notícias de outros portais

Sem imagem

03 de jul. de 2026

Presidente do Sindusfarma afirma que fim da escala 6x1 pode elevar preço dos medicamentos

Nelson Mussolini, presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), afirmou que uma eventual adoção do fim da escala de trabalho 6x1 pode provocar aumento nos preços dos medicamentos. Mussolini argumenta que o setor opera em regime contínuo, com fábricas funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana, e que a redução da jornada sem diminuição salarial exigiria novas contratações, impactando a folha de pagamento e os custos de produção.

Fonte: Portal do Case

02 de jul. de 2026

Presidente do Sindusfarma diz que fim da 6x1 elevará preço de remédios

Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, afirmou que uma eventual adoção do fim da escala de trabalho 6x1 pode provocar aumento nos preços dos medicamentos. Segundo ele, a mudança elevaria os custos da indústria farmacêutica, que precisaria ampliar o número de funcionários para manter a produção em regime contínuo, com fábricas funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. O dirigente argumenta que a redução da jornada sem diminuição salarial exigiria novas contratações, impactando a folha de pagamento e, consequentemente, os custos de produção.

Fonte: Congresso em Foco

12 de mar. de 2026

Guerra no Irã eleva pressão sobre dependência do Brasil para remédios e insumos

A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã aumenta a pressão sobre a cadeia de remédios e insumos hospitalares no Brasil. A preocupação se deve a fatores logísticos, uma vez que o Brasil é altamente dependente de insumos farmacêuticos oriundos da Ásia, com 85% a 95% dos IFAs (insumos farmacêuticos ativos) sendo importados, dependendo de rotas no Oriente Médio. O Brasil produz apenas 5% dos insumos farmacêuticos ativos de que precisa.

Fonte: ICL Notícias

04 de mar. de 2026

Indústria farmacêutica teme aumento de custos no transporte, com guerra no Irã

Nelson Mussolini, presidente da Sindusfarma, expressou preocupação com o impacto da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã nos custos de transporte da indústria farmacêutica. Segundo Mussolini, provavelmente haverá problemas logísticos, pois as rotas da China e Índia para o Ocidente, que inclui o Brasil, devem ser alteradas. A indústria farmacêutica depende significativamente de insumos oriundos da Ásia.

Fonte: Valor Econômico

05 de jan. de 2026

De cada 10 mil tecnologias estudadas, apenas uma chega ao mercado, diz presidente do Sindusfarma

Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, explicou em entrevista as dificuldades enfrentadas pelo setor farmacêutico no desenvolvimento de inovações. De acordo com o executivo, de cada 10 mil tecnologias estudadas, apenas uma chega ao mercado. Mussolini afirmou que os produtos que alcançam o sucesso não precisam apenas se pagar, mas também compensar os custos dos projetos que acabaram não avançando, destacando como funciona o fluxo de investimentos no setor.

Fonte: Panorama Farmacêutico

29 de dez. de 2025

Nelson Mussolini comenta demonização da indústria farmacêutica

Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, abordou em entrevista ao Painel S.A. da Folha de S. Paulo a relação de alguns consumidores com a indústria farmacêutica, incluindo o que classifica como uma 'demonização' do segmento. O executivo explica que esse sentimento é comum pela natureza do ramo, que fabrica produtos cujo consumo geralmente não é desejado. Mussolini afirmou que muitos dos casos mencionados em críticas à indústria não se aplicam no Brasil.

Fonte: Panorama Farmacêutico

27 de dez. de 2025

Existe uma demonização da indústria farmacêutica, diz presidente do Sindusfarma

Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, abordou em entrevista a relação entre alguns consumidores e a indústria farmacêutica, classificando como uma 'demonização' do segmento. O executivo explica que esse sentimento é comum pela natureza do ramo, de fabricar produtos cujo consumo geralmente não é desejado. A afirmação é uma crítica à entrevista de Luiz Hoffmann sobre condutas anticompetitivas, com Mussolini afirmando que muitos dos casos citados não se aplicam no Brasil.

Fonte: Folha de S.Paulo

11 de ago. de 2025

Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma: Setor precisa conversar sobre o que pode entregar, com pragmatismo

Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma, participou do episódio Futuro Talks e destacou a importância de entender as particularidades da indústria farmacêutica nas tomadas de decisão, inclusive em processos de judicialização. Mussolini explicou que fábricas não produzem medicamentos rapidamente e que tudo demora na indústria farmacêutica. O executivo abordou o desafio dos custos elevados de terapias avançadas, que impactam gestores e pacientes, e mencionou que a indústria tem se envolvido em fóruns de discussão de saúde.

Fonte: Futuro da Saúde