Foto oficial de Marcos Mendes

Marcos Mendes

Economista e pesquisador associado do Insper

Em exercício desde 1995
Biografia

Resumo biográfico

Marcos Mendes é economista, doutor pela USP, consultor legislativo do Senado Federal (licenciado), pesquisador associado do Insper e colunista da Folha de S.Paulo. Foi chefe da assessoria especial do ministro da Fazenda de maio de 2016 a dezembro de 2018, nas gestões de Henrique Meirelles e Eduardo Guardia, período em que ajudou a formular o teto de gastos. É autor de livros como Por que o Brasil Cresce Pouco? e Por que É Difícil Fazer Reformas Econômicas no Brasil?. Nas buscas, as pessoas procuram quem é Marcos Mendes, o teto de gastos, os livros, a coluna na Folha e as análises sobre o arcabouço fiscal e as contas públicas. Formação Marcos Mendes é graduado e mestre em Economia pela Universidade de Brasília e doutor em Economia pela USP (site do autor; UM BRASIL). É servidor de carreira da Consultoria Legislativa do Senado desde 1995, especializado em economia do setor público, finanças públicas, política fiscal e relações federativas, e hoje está licenciado e vinculado ao Insper como pesquisador associado em políticas públicas (site do autor). Trabalhou no Tesouro Nacional, de 1991 a 1992, e no Banco Central, de 1992 a 1995, em áreas de dívida pública dos três níveis de governo, e foi pesquisador do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, de 1998 a 2001 (Revista do TCU). Ministério da Fazenda Em maio de 2016, a Época Negócios informou que ele, então consultor legislativo do Senado, integraria a equipe de Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda como assessor do ministro (Época Negócios, 14/05/2016). De maio de 2016 a dezembro de 2018, foi chefe da assessoria especial do ministro, nas gestões de Meirelles e de Eduardo Guardia, e atuou na formulação, na discussão e na tramitação legislativa das principais reformas do governo, com ênfase na emenda constitucional do teto de gastos, na revisão do marco regulatório do petróleo, na reforma da Previdência e na reforma da relação entre Tesouro e Banco Central (site do autor). Livros No ano letivo de 2012-2013, foi pesquisador convidado da London School of Economics, onde escreveu Por que o Brasil Cresce Pouco? Desigualdade, Democracia e Baixo Crescimento no País do Futuro, publicado pela Elsevier em português e em inglês. De janeiro a maio de 2019, foi pesquisador associado do Instituto de Pesquisas Casa das Garças, onde escreveu Por que É Difícil Fazer Reformas Econômicas no Brasil?, publicado pela Elsevier em agosto de 2019 (site do autor; Mix Palestras). Em 2022, organizou Para Não Esquecer: Políticas Públicas que Empobrecem o Brasil, com 33 colegas e 831 páginas (Estadão, 28/05/2022). Em novembro de 2024, lançou Políticas Públicas Bem-Sucedidas, em 11 capítulos, sobre casos como ensino médio integral, Pix, marco do saneamento e cadastro único (Estadão, 27/11/2024). Colunista da Folha Desde junho de 2019, assina coluna quinzenal de economia na Folha de S.Paulo (Folha de S.Paulo, 08/06/2019). Em 2026, publicou artigos como Não Será Fácil Salvar a Democracia (30/10), O MEI É um Fracasso (16/10), O Reajuste do Bolsa Família e a Degradação Institucional (02/10), Dez Princípios para um Ajuste Fiscal Efetivo e Justo (04/09), O Canto da Sereia do Ajuste Fiscal no Próximo Mandato (07/08), É Urgente Aprovar Autonomia Financeira do BC, mas PEC 65 Tem Problemas Sérios (12/06) e Fim da Escala 6x1 Põe Brasil na Marcha a Ré (29/05) (Folha de S.Paulo, 2026). Opiniões sobre contas públicas Em abril de 2020, disse à Revista Oeste que o novo Plano Mansueto ainda estava ruim (Revista Oeste, 11/04/2020). Em julho de 2020, afirmou que propostas de renda básica podiam gerar mais pobreza (Gazeta do Povo, 01/07/2020). Em janeiro de 2021, defendeu que servidores e quem tem benefícios altos contribuíssem para um novo auxílio (Míriam Leitão, 27/01/2021). Em dezembro de 2022, disse ao Globo que regra fiscal não faz mágica (O Globo, 22/12/2022). Em janeiro de 2023, afirmou à Folha que não se pode contar com a sorte no novo governo Lula (Folha de S.Paulo, 11/01/2023). Em fevereiro de 2023, disse ao NeoFeed que não está no DNA do governo controlar gastos (NeoFeed, 27/02/2023). Em outubro de 2023, previu que o arcabouço fiscal seria furado (Crusoé, 06/10/2023) e, em dezembro de 2023, que o PT não vê que déficit fiscal leva a inflação e juros maiores (Estadão, 21/12/2023). Em novembro de 2024, disse que o pacote era a última janela do governo para dar algum sinal de controle fiscal (Estadão, 04/12/2024) e previu que os gastos públicos manteriam o crescimento real (O Globo, 29/11/2024). Em janeiro de 2025, disse que o Brasil pode ter paradas súbitas na economia sem ajuste fiscal sustentável (Money Times, 22/01/2025) e que o país é muito suscetível a interesses pessoais (CNN Brasil, 25/01/2025). Em fevereiro de 2025, disse que governo sem convicção e Congresso sem interesse barram o ajuste (InfoMoney, 21/02/2025). Em maio de 2025, afirmou que o mercado desistiu de esperar o governo controlar a inflação para baixar juros (NeoFeed, 07/05/2025). Em outubro de 2025, alertou para uma busca predatória por receitas do governo e para uma conta que não fecha, e disse que o arcabouço corre risco de ficar praticamente inócuo (InfoMoney, 01 e 02/10/2025). Em novembro de 2025, disse que um ajuste de Lula em 2027 seria um estelionato eleitoral, porque ele faria campanha prometendo mais coisas, e que, se vencer a oposição, a chance de ajuste efetivo é marginal (Estadão, 04/11/2025); disse ainda que o mercado é complacente com o risco fiscal (CNN Brasil, 05/11/2025). Em maio de 2026, afirmou que o MEI precisa ser repensado (BNews SP, 16/05/2026). Participações Em abril de 2020, fez um webinar sobre a crise da covid-19 e disse que não se pode jogar tudo na dívida pública (Jota, 09/04/2020). Em julho de 2021, debateu com Vinícius Botelho as perspectivas para as políticas de transferência de renda (Valor Econômico, 06/07/2021). Em julho de 2022, deu entrevista ao Canal UM BRASIL sobre o vício do país em gasto público (UM BRASIL). Patrimônio Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1991: começa no Tesouro Nacional. 1995: vira consultor legislativo do Senado. 2013: escreve livro na London School of Economics. 2016: assessor especial do ministro da Fazenda. 2019: estreia coluna quinzenal na Folha e lança livro sobre reformas. 2022: organiza Para Não Esquecer. 2024: lança Políticas Públicas Bem-Sucedidas.
Carreira

Trajetória

  1. 2019 — atual
    Colunista da Folha de S.Paulo

    Coluna quinzenal.

  2. 2019 — atual
    Pesquisador associado do Insper

    Políticas públicas.

  3. 2016 — 2018
    Chefe da assessoria especial do ministro da Fazenda

    Gestões de Henrique Meirelles e Eduardo Guardia.

  4. 1998 — 2001
    Pesquisador do Instituto Fernand Braudel

    Pesquisador de economia mundial.

  5. 1995 — atual
    Consultor legislativo do Senado Federal

    Servidor de carreira desde 1995, hoje licenciado.

  6. 1992 — 1995
    Servidor do Banco Central

    Áreas de dívida pública.

  7. 1991 — 1992
    Servidor do Tesouro Nacional

    Áreas de dívida pública.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Economia2013
Por que o Brasil Cresce Pouco?
Livro

Livro escrito na London School of Economics, publicado pela Elsevier.

Economia2019
Por que É Difícil Fazer Reformas Econômicas no Brasil?
Livro

Livro publicado pela Elsevier em agosto de 2019.

Economia2022
Para Não Esquecer
Livro

Obra organizada por ele sobre políticas públicas que empobrecem o Brasil.

Na imprensa

Notícias de outros portais

16 de mai. de 2026

Marcos Mendes, do Insper, explica que MEI precisa ser repensado

Durante fala em debate da Semana S na FecomercioSP, o pesquisador associado explicou que o MEI "não se sustenta e não cumpre sua função essencial". Durante o debate 'Liberdade para Empreender', realizado nesta sexta-feira (15), o pesquisador associado do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), Marcos Mendes explicou que o "MEI precisa ser repensado". O evento aconteceu na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FecomercioSP).

Fonte: BNews SP

05 de nov. de 2025

Mercado é complacente com risco fiscal no Brasil, diz Marcos Mendes

Economista e pesquisador associado do Insper afirma que a sociedade, o governo e o setor financeiro não demonstram senso de urgência diante da necessidade de ajuste das contas públicas no país. O economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, afirmou que o mercado financeiro é "complacente" e não pode ser a única instância a pressionar por correções fiscais no Brasil. Em entrevista ao jornal WW, da CNN, ele se disse preocupado com a falta de disposição e senso de urgência no país para lidar com o tema.

Fonte: CNN Brasil

04 de out. de 2025

Eleições 2026: Marcos Mendes analisa cenários para o Planalto e o papel do Centrão

O pesquisador Marcos Mendes avalia que Lula entra nas eleições de 2026 em posição de vantagem, mesmo com o desgaste político acumulado. O pesquisador associado do Insper Marcos Mendes avaliou o cenário eleitoral que se desenha a partir de 2026 no Brasil, durante participação no podcast Outliers. Em vantagem nas principais pesquisas eleitorais divulgadas até o momento, Mendes avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entra nas eleições de 2026 em posição de vantagem, mesmo com o desgaste político acumulado.

Fonte: InfoMoney

02 de out. de 2025

Dívida pública e arcabouço fiscal: Marcos Mendes alerta para “conta que não fecha”

O pesquisador do Insper, Marcos Mendes, avalia que o atual arcabouço fiscal corre sério risco de se tornar inviável nos próximos anos. O pesquisador associado do Insper, Marcos Mendes, avalia que o atual arcabouço fiscal brasileiro corre sério risco de se tornar inviável nos próximos anos, caso não sejam feitas reformas estruturais. Para ele, as despesas obrigatórias já caminham para ultrapassar o limite previsto em lei, o que deve tornar a regra “praticamente inócua”.

Fonte: InfoMoney

01 de out. de 2025

Marcos Mendes alerta para “busca predatória por receitas” do governo

O Brasil corre o risco de entrar em uma “busca predatória por receitas” para fechar as contas públicas, diz o economista Marcos Mendes. O alerta é do economista Marcos Mendes, pesquisador associado ao Insper e um dos formuladores do teto de gastos. Para ele, o esforço fiscal do governo até 2026 tende a resultar em medidas de antecipação de receitas e descontos em dívidas tributárias que comprometem a sustentabilidade futura do país.

Fonte: InfoMoney

07 de mai. de 2025

“Mercado desistiu de esperar o governo controlar inflação para baixar juros”, diz Marcos Mendes

Copom decidiu elevar taxa Selic para 14,75%. Para o economista do Insper, turbulência internacional fez com que o mercado ficasse mais leniente com a situação interna, à espera que uma reforma fiscal venha só em 2027. Copom decidiu elevar taxa Selic para 14,75% O economista Marcos Mendes, pesquisador do Insper e especialista em política fiscal A decisão do Copom desta quarta-feira, 7 de maio, de aumentar a taxa de juros em 0,5 ponto percentual, para 14,75%, pode ajudar a reduzir a inflação.

Fonte: NeoFeed

21 de fev. de 2025

Dá para reduzir gasto público sem prejudicar o pobre, diz Marcos Mendes

Economista afirma que benefícios sociais e previdenciários podem ser melhor equacionados sem prejudicar a classe mais baixa. O economista Marcos Mendes diz que em termos de peso de despesa do Orçamento do governo federal, cerca da metade está nos benefícios sociais e previdenciários, como aposentadoria, pensão, auxílio-doença etc. Especialista em finanças públicas e política fiscal, ele diz que é preciso fazer uma reforma nessa parte para se ter o impacto fiscal significativo no Orçamento.

Fonte: InfoMoney

21 de fev. de 2025

Marcos Mendes: Governo sem convicção e Congresso sem interesse barram ajuste fiscal

Economista afirma que R$ 50 bilhões destinados a emendas parlamentares “não tem em nenhum lugar do mundo”. Para o economista Marcos Mendes, especializado em economia do setor público, finanças públicas e política fiscal, quando se tem um poder executivo determinado a fazer ajuste fiscal, ele tem muita dificuldade, porque vai enfrentar interesses diversos no Congresso. Marcos Mendes participou do episódio 271 do programa Stock Pickers, com apresentação de Lucas Collazo e Henrique Esteter.

Fonte: InfoMoney

25 de jan. de 2025

O Brasil é muito suscetível a interesses pessoais, diz Marcos Mendes

Em participação no WW Especial, economista e pesquisador do Insper avalia que problema está na estrutura do sistema político-eleitoral e do federalismo brasileiro. O economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, afirmou que o problema do desequilíbrio fiscal no país está enraizado na estrutura do sistema político-eleitoral e do federalismo brasileiro.

Fonte: CNN Brasil

04 de dez. de 2024

‘Pacote era a última janela do governo para dar algum sinal de controle fiscal’, diz Marcos Mendes

Para economista e pesquisador do Insper, ficou evidente a falta de apoio político para um ajuste fiscal mais consistente. O economista Marcos Mendes, do Insper, critica o pacote fiscal do governo, anunciado em 27 de dezembro, por não reduzir efetivamente a dívida pública e evidenciar a falta de apoio político para um ajuste fiscal consistente. Mendes destaca que a estabilidade macroeconômica agora depende do Congresso e do Banco Central.

Fonte: Estadão

29 de nov. de 2024

Gastos públicos vão manter crescimento real e governo terá de arrecadar mais, prevê Marcos Mendes, do Insper

Pesquisador avalia que pacote fiscal apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é insuficiente para garantir cumprimento do arcabouço a partir de 2027. As medidas anunciadas pelo governo para equilibrar as contas do país serão insuficientes para estabilizar a dívida pública e, até mesmo, para garantir o cumprimento do arcabouço a partir de 2027. A avaliação é de Marcos Mendes, economista e pesquisador associado do Insper que estuda há muito tempo as contas e políticas públicas.

Fonte: O Globo

27 de nov. de 2024

‘É preciso pensar dez vezes antes de criar uma política pública nova’, afirma Marcos Mendes

Economista e pesquisador do Insper diz que dificuldade de gestão e influência política dificultam iniciativas públicas bem-sucedidas para os problemas do Brasil; apesar do cenário adverso, Mendes organizou um livro com 11 políticas de sucesso implantadas no País. BRASÍLIA – O economista Marcos Mendes lança nesta quarta-feira, 27, um livro que trata de políticas públicas adotadas no Brasil que tiveram sucesso.

Fonte: Estadão

27 de nov. de 2024

‘Diagnóstico é maior desafio de política pública’, diz Marcos Mendes

Novo livro organizado por Marcos Mendes apresenta programas bem-sucedidos do Brasil. O principal desafio para boas políticas públicas está já no seu ponto de partida: realizar o diagnóstico correto do problema a ser enfrentado. Isso é especialmente verdadeiro em um país como o Brasil, onde mexer em políticas mesmo quando elas se mostram ineficazes é politicamente difícil, como fica claro no esforço mais recente do governo para cortar gastos.

Fonte: Valor Econômico

21 de dez. de 2023

‘O PT não vê que déficit fiscal leva ao aumento da inflação e dos juros’, diz Marcos Mendes

Para economista, os analistas dos bancos ‘estão tranquilos’ com a deterioração das contas públicas, porque só se preocupam com o curto prazo e se vão continuar a ganhar dinheiro, mas é a disciplina fiscal que faz diferença no médio e longo prazos. O economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, uma escola de negócios, direito e engenharia de São Paulo, acompanha com olhos de lince as contas públicas do País.

Fonte: Estadão

06 de out. de 2023

Marcos Mendes: "O arcabouço fiscal vai ser furado"

Para economista, enquanto corte de despesa for um assunto proibido no governo, as chances de uma política fiscal equilibrada e sustentável é praticamente nula. Isso talvez resuma o sentimento do doutor em economia, autor e pesquisador associado do Insper Marcos Mendes sobre a situação atual do país. Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem. Seria imprescindível levar essas informações e explicar aos afetados.

Fonte: Crusoé

27 de fev. de 2023

“Não está no DNA desse governo controlar gastos”, diz o economista Marcos Mendes

Se não estipular metas rígidas de déficit primário no pacote fiscal, inflação poderá escapar do controle e chegar a 10% em dois anos. Pesquisador do Insper afirma que metas rígidas de déficit primário no pacote fiscal a ser anunciado pela equipe econômica são fundamentais para inflação não escapar do controle e chegar a 10% em dois anos Uma contradição marca a concepção e condução da política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: o diagnóstico equivocado dos problemas brasileiros.

Fonte: NeoFeed

22 de dez. de 2022

'Regra fiscal não faz mágica', afirma o economista e pesquisador do Insper Marcos Mendes

Especialista reforça que o controle de despesas deve estar no centro de nova regra fiscal que deve ser entregue pelo novo governo até meados de 2023. A redução de dois para um ano e outras alterações realizadas pela Câmara no texto da “PEC de Transição” não diminuem o risco fiscal do país, tendo mais impactos políticos do que econômicos. Essa é avaliação do economista e pesquisador associado do Insper, Marcos Mendes.

Fonte: O Globo

28 de mai. de 2022

Em novo livro, economista Marcos Mendes trata da repetição de erros nas políticas públicas

Objetivo da obra, que reuniu 33 colegas de Mendes para se debruçarem sobre erros do passado, é evitar a repetição desses erros na formulação de novas políticas. RIO - O economista Marcos Mendes, professor do Insper, reuniu 33 colegas para se debruçarem sobre erros de políticas públicas do passado. O resultado foi organizado no livro “Para não esquecer: políticas públicas que empobrecem o Brasil” (ed. Autografia, 831 páginas), que será lançado na próxima segunda-feira, 30.

Fonte: Estadão

06 de jul. de 2021

Economistas Marcos Mendes e Vinícius Botelho falam sobre perspectivas para políticas de transferência de renda; assista a íntegra

Os economistas Marcos Mendes e Vinícius Botelho foram os entrevistados da Live do Valor desta quarta-feira, dia 7 de julho, às 11h. Eles falaram sobre perspectivas e desafios para políticas de transferência de renda no Brasil, sob os pontos de vista social e fiscal. Proposta de reforma tem problemas de desenho de regras, diz economista Marcos Mendes Também explicaram o Programa de Responsabilidade Social, projeto que propõe um redesenho dos programas sociais no Brasil.

Fonte: Valor Econômico

27 de jan. de 2021

Marcos Mendes acha que servidores e quem tem benefícios altos deveriam contribuir para novo auxílio

Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, acredita que a solução para uma possível extensão do auxílio emergencial passa por corte de despes. Miriam Leitão é um blog que tem análises exclusivas sobre economia nacional e estrangeira feitas pela Míriam e equipe. Além disso, posta os produtos que são divulgados em vários veículos do Grupo Globo pela jornalista, os comentários na TV e Rádio, e a coluna no GLOBO Míriam Leitão, jornalista há mais de 40 anos, é colunista do jornal desde 1991.

Fonte: Míriam Leitão - O Globo

01 de jul. de 2020

Renda básica: propostas podem gerar mais pobreza, diz Marcos Mendes

Renda básica: propostas podem gerar mais pobreza, diz economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper. Leia entrevista à Gazeta do Povo. Após idas e vindas, o governo admitiu prorrogar o auxílio emergencial de R$ 600 por mais dois meses. A discussão entre parlamentares e dentro da própria equipe econômica, porém, extrapola o período da pandemia: o ministro da Economia, Paulo Guedes, já fala em repaginar programas sociais.

Fonte: Gazeta do Povo

11 de abr. de 2020

Marcos Mendes: "O novo Plano Mansueto ainda está ruim"

Para o economista e pesquisador do Insper, é preciso socorrer estados e municípios sem estimular a irresponsabilidade fiscal. Eles são os responsáveis pela produção dos textos que vão ao ar. O plano ficou parado por meses no Congresso e ressurgiu com força total durante a pandemia.

Fonte: Revista Oeste

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Marcos Mendes?

Economista, doutor pela USP, pesquisador associado do Insper, consultor legislativo do Senado e colunista da Folha.

Marcos Mendes participou do teto de gastos?

Sim, foi chefe da assessoria especial do ministro da Fazenda de 2016 a 2018 e atuou na emenda do teto de gastos.

Onde Marcos Mendes estudou?

Graduação e mestrado em Economia na UnB e doutorado em Economia na USP.

Onde Marcos Mendes trabalha?

É pesquisador associado do Insper e servidor licenciado da Consultoria Legislativa do Senado.

Marcos Mendes escreve na Folha?

Sim, assina coluna quinzenal de economia desde junho de 2019.

Que livros Marcos Mendes escreveu?

Por que o Brasil Cresce Pouco?, Por que É Difícil Fazer Reformas Econômicas no Brasil? e, como organizador, Para Não Esquecer e Políticas Públicas Bem-Sucedidas.

Marcos Mendes foi assessor de Meirelles?

Sim, foi chefe da assessoria especial do ministro da Fazenda nas gestões de Henrique Meirelles e Eduardo Guardia.

Marcos Mendes trabalhou no Banco Central?

Sim, de 1992 a 1995, em áreas de dívida pública.

O que Marcos Mendes diz sobre o arcabouço fiscal?

Em outubro de 2025, disse que a regra corre o risco de ficar praticamente inócua se não houver reformas estruturais.

Marcos Mendes esteve na London School of Economics?

Sim, como pesquisador convidado em 2012-2013, quando escreveu Por que o Brasil Cresce Pouco?

O que é Para Não Esquecer?

Livro organizado por Marcos Mendes em 2022, com 33 colegas, sobre políticas públicas que empobrecem o Brasil.

Qual a idade de Marcos Mendes?

A data de nascimento não é divulgada em fontes confiáveis.

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