Manoel Monteiro

Superintendente e Diretor da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre)

Em exercício desde 2001
01Biografia

Resumo biográfico

Manoel Monteiro é superintendente e diretor da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), fundada em dezembro de 2001. A cooperativa é a maior rede cooperativista agroextrativista da Amazônia, presente em 20 dos 22 municípios acreanos e integrando mais de 5.300 famílias agroextrativistas. Sob sua liderança, a Cooperacre se consolidou como responsável pela maior produção de castanha beneficiada do Brasil, com cinco unidades de beneficiamento que têm capacidade de processar toda a castanha extraída no estado em 11 meses. A cooperativa comercializa castanha-do-Brasil para 11 países, gerando um faturamento bruto médio anual de aproximadamente R$ 40 milhões. Monteiro também trabalha com beneficiamento de borracha, polpa de frutas, palmito de pupunha e café, defendendo o desenvolvimento sustentável e a preservação da Amazônia. Em 2023, integrou o Conselho de Desenvolvimento de Lula (chamado informalmente de 'Conselhão'). Monteiro tem sido um defensor de políticas que restrinjam a exportação de castanha in natura, argumentando que isso protegeria empregos e aumentaria a agregação de valor local, citando o exemplo da Bolívia, que possui lei proibindo a saída de castanha in natura.
02Carreira

Trajetória

  1. 2001atual
    Superintendente e Diretor da Cooperacre

    Liderança da maior cooperativa agroextrativista da Amazônia com atuação em beneficiamento e comercialização de produtos florestais.

03Projetos & relatorias

Iniciativas legislativas

Expansão da capacidade de beneficiamento de castanha

Implementação e gestão de cinco unidades industriais de beneficiamento de castanha-do-Brasil localizadas em diferentes municípios acreanos, com capacidade de processar toda a produção estadual.

Comercialização internacional de castanha acreana

Desenvolvimento de canais de exportação de castanha beneficiada para 11 países, com faturamento bruto médio anual de aproximadamente R$ 40 milhões.

04Na imprensa

Notícias de outros portais

09 de fev. de 2025

O paradoxo da castanha

Análise sobre o paradoxo da comercialização de castanha no Acre. Embora o estado tenha 12 indústrias de beneficiamento registradas no Ministério da Agricultura com capacidade de processar toda a produção local, estimativas conservadoras indicam que no mínimo 40% da castanha acreana é enviada para beneficiamento na Bolívia e Peru. Manoel Monteiro, diretor da Cooperacre, afirma que as cinco unidades da cooperativa poderiam beneficiar toda castanha do Brasil extraída no Acre em 11 meses, mas ficam paradas a maior parte do ano por falta de matéria-prima. A concorrência de compradores peruanos e bolivianos oferecendo preços mais altos aos fornecedores locais é apontada como problema.

Fonte: ac24horas

09 de jan. de 2024

Castanha do Acre já é comercializada em 10 países; Cooperacre surpreende empresários

A Cooperacre, maior cooperativa de produtos extrativistas do Acre, comercializa castanha-do-brasil para 11 países com faturamento médio bruto de R$ 40 milhões nos últimos anos. Manoel Monteiro, diretor da cooperativa, afirmou que as cinco unidades de beneficiamento têm capacidade para processar toda castanha do Brasil extraída no Acre em 11 meses, mas ficam ociosas boa parte do ano porque peruanos e bolivianos compram a maior parte da produção.

Fonte: A Gazeta do Acre

12 de jan. de 2022

Safra da castanha começa com preço em alta no Acre

A safra de castanha de 2022 no Acre inicia com perspectiva de bom preço de mercado, segundo a Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (Cooperxapuri), associada à Cooperacre. A previsão é de produção de cerca de 1 milhão de latas em todo o estado, sendo que Xapuri deve contribuir entre 150 a 200 mil latas, movimentando aproximadamente R$ 10 milhões na economia local.

Fonte: ac24horas

23 de mar. de 2020

Usina de Castanha de Xapuri segue funcionando e trabalhadores temem contágio

Durante a pandemia de COVID-19 em março de 2020, a Usina de Beneficiamento de Castanha Chico Mendes em Xapuri, gerenciada pela Cooperacre, continuou funcionando em desacordo com determinações dos governos estadual e municipal. Trabalhadores temiam contágio, especialmente após informação de que o superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, teria visitado a usina. Segundo integrante do Conselho Gestor, Monteiro veio a Xapuri mas não foram confirmadas as informações sobre visita à usina no período crítico da pandemia.

Fonte: ac24horas

13 de mar. de 2012

Histórias das Cooperativas: Cooperacre

Histórico da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista (Cooperacre), fundada em 2001 com liderança de Manoel José da Silva. A cooperativa reúne cerca de 1,8 mil famílias agroextrativistas organizadas em 32 associações e cooperativas do Acre. Segundo o superintendente Manoel Monteiro, a cooperativa proporcionou aos cooperados garantia de preço justo para castanha (de R$ 2,50 pagos antes da cooperativa para R$ 14 durante safra e R$ 30 na entressafra em 2012), acesso a crédito e distribuição mais justa da riqueza gerada.

Fonte: Sicoob Credip