Foto oficial de Luis Stuhlberger

Luis Stuhlberger

Gestor de investimentos, fundador do Fundo Verde e CEO da Verde Asset

Em exercício desde 1997
Biografia

Resumo biográfico

Luis Stuhlberger é gestor de investimentos, fundador do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde Asset Management. Engenheiro civil de formação, comanda desde 1997 um dos fundos multimercados mais conhecidos do Brasil, que reuniu quase R$ 55 bilhões na gestora em 2021. Em outubro de 2025, a Vinci Compass anunciou a compra de 50,1% da Verde, e ele segue como CEO. É também uma voz frequente do mercado sobre política fiscal, eleições e cenário global. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Luis Stuhlberger, o patrimônio, o Fundo Verde, a venda da Verde para a Vinci, o que ele diz sobre o governo e as eleições e as apostas da gestora para o ano. Origem e formação Luis Stuhlberger nasceu em São Paulo em 1955. É engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e fez especialização em Administração de Empresas na Fundação Getulio Vargas (Wikipédia). Início no mercado financeiro Começou a carreira em 1981, como operador de mercado futuro e de commodities na Hedging-Griffo. Em 1985, assumiu a direção da corretora e, em 1992, estruturou a área de gestão de fundos (Exame, 24/01/2025). Na década de 1980, destacou-se com operações no mercado de ouro, que ajudaram a corretora a atravessar as crises econômicas do período (Wikipédia). O Fundo Verde Em 1997, Stuhlberger lançou o Fundo Verde, um multimercado que opera com diversos tipos de ativos, como ações, contratos futuros e câmbio. O fundo ganhou notoriedade ao se proteger em dólar e comprar ações de empresas exportadoras antes da maxidesvalorização do real, em 1999 (Wikipédia). Em 2006, depois que o Credit Suisse comprou 51% da Hedging-Griffo, o produto passou a se chamar CSHG Verde. Em 2008, ele administrava o fundo sozinho, com 10 mil clientes e patrimônio de R$ 11 bilhões, o maior multimercado fora dos Estados Unidos, segundo a Wikipédia. Em 2015, o Verde voltou a ser independente, com a criação da Verde Asset Management, que reuniu a equipe que trabalhava com ele na Hedging-Griffo (Exame, 24/01/2025; Wikipédia). De 1997 a 2023, o rendimento acumulado do fundo chegou a 21.842,30%, segundo a Wikipédia. A fase mais difícil dos multimercados No auge, em 2021, a Verde chegou a reunir quase R$ 55 bilhões. Em outubro de 2026, o Valor Econômico informou que a gestora tinha cerca de R$ 15 bilhões (Valor Econômico, 13/10/2026). Em dezembro de 2024, o Estadão contou que a casa, então com R$ 19 bilhões sob gestão, mudava a estratégia para estancar a queda do patrimônio, e que o fundo Verde teve em novembro de 2024 o maior retorno mensal em 12 meses, de 3,29%, contra 0,79% do CDI (Estadão, 20/12/2024). Em 2025, o fundo rendeu 15,94%, acima dos 14,31% do CDI, segundo a carta mensal de janeiro de 2026 (Estadão, 12/01/2026). Cartas aos cotistas A Verde publica uma carta mensal, e o conteúdo costuma virar notícia. Em abril de 2023, a carta dizia que a bolsa brasileira era "vítima da soma de todos os medos", citando o CDI de 13,75%, a alavancagem das companhias e o aumento de impostos discutido com o novo arcabouço fiscal; o fundo reduziu marginalmente a exposição à bolsa local (Veja, 14/04/2023). Em julho de 2023, a carta de maio informou alta de 0,89% do fundo, ante 1,12% do CDI, com ganhos em ações no Brasil e em juros nos Estados Unidos e perdas no hedge de inflação (Estadão, 11/07/2023). Em novembro de 2024, ele apresentou Marcos Fantinatti como novo economista-chefe da Verde, em entrevista ao Estadão (Estadão, 25/11/2024). Americanas e o caso da fraude Em fevereiro de 2023, a Verde divulgou uma carta em que se dizia "vítima de uma fraude" na crise da Americanas. A gestora afirmou que o prejuízo com as debêntures da varejista era relativamente pequeno, mas que exerceria seu dever fiduciário de proteger os cotistas, e criticou a empresa por afastar executivos quase um mês após o comunicado sobre inconsistências contábeis (CartaCapital, 06/02/2023). No mesmo mês, a Veja relatou que o relatório aos clientes criticava a atitude dos controladores da varejista, Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, por não financiarem as perdas, e que o prejuízo do fundo com as debêntures foi de 14 pontos-base (Veja, 06/02/2023). A venda para a Vinci Compass Em 6 de outubro de 2025, a Vinci Compass anunciou a compra da Verde, em duas fases, e Stuhlberger continuou como CEO (Estadão, 06/10/2025; TradingView, 06/10/2025). A Vinci adquiriu 50,1% por R$ 46,8 milhões em dinheiro e ações, sendo R$ 32,4 milhões à vista, e comprará os 49,9% restantes depois de cinco anos, por um valor estimado de R$ 127,4 milhões, atrelado a resultados (Valor Econômico, 13/10/2026). Opiniões sobre economia e política Em novembro de 2021, disse que, se o governo tivesse se limitado a resolver os precatórios sem medida eleitoreira, o mercado teria comprado a mudança, e que os gastos do governo de Jair Bolsonaro não chegavam aos do PT (Estadão, 30/11/2021). Em outubro de 2023, afirmou ao podcast PodInvestir que acreditava em uma invasão chinesa a Taiwan no ano seguinte (O Globo, 20/10/2023). Em maio de 2024, disse "me penitencio por ter acreditado que o PT teria seriedade fiscal" e chamou o arcabouço fiscal de "peça de ficção", depois da mudança das metas para 2025 e 2026 (InfoMoney, 07/05/2024). Em novembro de 2024, disse ao Estadão que "só países em guerra têm déficit tão alto quanto o Brasil" e que não via um cenário de crise com a gestão de Gabriel Galípolo no Banco Central (Estadão, 25/11/2024). Eleição de 2026 Em dezembro de 2025, a Verde disse que o mercado, sobretudo o estrangeiro, subestimava os riscos de uma reeleição do governo em 2026 (Estadão, 09/12/2025). Em janeiro de 2026, a gestora manteve a preferência por ouro e pelo real e rejeitou criptomoedas em sua carteira para o ano (Estadão, 12/01/2026). Em 24 de setembro de 2026, no Monte Bravo Experience, Stuhlberger considerou razoável uma chance de 60% de vitória do senador Flávio Bolsonaro e previu forte queda da bolsa em caso de vitória dele, com a bolsa, sem as empresas de commodities, negociada a 10,5 vezes o lucro (Valor Econômico, 24/09/2026). Presença nos eventos do mercado Participa com frequência do Stock Pickers, em que voltou em novembro de 2020 (InfoMoney, 23/11/2020), e esteve na Expert XP 2025 (InfoMoney, 20/07/2025). Em 2021, um fundo dele adquiriu 5,42% do capital da Brisanet (TeleSíntese, 19/10/2021). Patrimônio Não há patrimônio pessoal divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1955: nasce em São Paulo. 1981: começa na Hedging-Griffo. 1997: lança o Fundo Verde. 2015: cria a Verde Asset Management. 2023: Verde se diz vítima de fraude na Americanas. 2025: Vinci Compass compra 50,1% da Verde.
Carreira

Trajetória

  1. 2015 — atual
    Verde Asset Management

    Funda a gestora independente com a equipe do Fundo Verde.

  2. 1997 — atual
    Fundo Verde

    Lança o fundo multimercado que se tornou um dos mais conhecidos do país.

  3. 1981 — 2015
    Hedging-Griffo

    Operador de futuros e commodities, depois diretor da corretora e responsável pela área de fundos.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Finanças1997
Fundo Verde
Fundo

Multimercado criado em 1997.

Finanças2015
Verde Asset Management
Empresa

Gestora independente criada em 2015, hoje com a Vinci Compass como sócia.

Finanças2025
Venda de 50,1% da Verde à Vinci Compass
Negócio

Operação anunciada em outubro de 2025.

Na imprensa

Notícias de outros portais

24 de set. de 2026

Stuhlberger considera ‘razoável’ chance de 60% de vitória de Flávio e prevê ‘porrada’ na bolsa

CEO e CIO da Verde Asset vê diferença relevante entre o potencial de alta e o risco de queda da bolsa, a depender do resultado da eleição. O CEO e CIO da Verde Asset, Luis Stuhlberger, considera razoável atribuir 60% de chance de vitória ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial de outubro. A estimativa, baseada em agregadores de pesquisas eleitorais acompanhados pela gestora, está em linha com os números de plataformas de mercados preditivos, como o Polymarket, proibidas no Brasil.

Fonte: Valor Econômico

12 de jan. de 2026

Ouro, mais real, zero cripto: as preferências da Verde, de Stuhlberger, para 2026

Em carta mensal, gestora fala sobre ganhos advindos da exposição ao ouro ao longo de 2025, que segue na carteira este ano; no mercado local, fundo usa opções para se proteger do ruído político. A Verde Asset vai começar 2026 mantendo boa parte das fontes que lhe renderam 15,94% de retorno em 2025, superando os 14,31% do CDI no ano. As informações estão presentes na última carta mensal, divulgada nesta segunda-feira (12). Em dezembro, o fundo Verde, de Luis Stuhlberger, rendeu 1,01%, contra 1,22% do benchmark.

Fonte: Estadão

09 de dez. de 2025

Verde, de Stuhlberger, vê risco eleitoral de 2026 mal precificado pelo mercado

Já nos EUA, gestora enxerga chance de próximo presidente do Fed ser "subserviente" a pressões políticas. Para a Verde Asset, do gestor Luis Stuhlberger, os investidores – sobretudo os estrangeiros – têm subestimado os riscos que podem ser gerados por uma eventual reeleição do atual governo em 2026. Nesse cenário, a gestora busca alinhar exposição ao potencial de alta dos ativos no próximo ano com uma proteção para os cenários mais negativos que parecem "mal precificados", em sua visão.

Fonte: Estadão

06 de out. de 2025

Vinci Compass compra 50,1% da Verde Asset; Stuhlberger continuará como CEO

A Vinci Compass anunciou nesta segunda-feira (6) a aquisição de 50,1% da Verde Asset Management, gestora liderada por Luis Stuhlberger, um dos nomes mais reconhecidos do mercado financeiro brasileiro.A informação sobre a venda já havia circulado em junho.Segundo o comunicado, a operação marca a cri.

Fonte: TradingView

06 de out. de 2025

Vinci Compass anuncia compra da Verde Asset, do gestor Luis Stuhlberger

Stuhlberger será sócio da Vinci e equipe da Verde continuará cuidando dos fundos da gestora. A Vinci Compass, empresa de investimentos alternativos e soluções globais na América Latina, anunciou nesta segunda-feira (6) que fechou um acordo para adquirir a Verde Asset, do gestor Luis Stuhlberger. A operação, já esperada pelo mercado, ocorrerá em duas fases.

Fonte: Estadão

24 de jan. de 2025

Quem é Luis Stuhlberger, o gestor por trás do Fundo Verde e da Verde Asset Management

Com mais de 40 anos de trajetória, lidera uma das maiores gestoras do Brasil e é referência em hedge funds. Sua carreira começou em 1981, como operador de mercado futuro e de commodities na Hedging-Griffo. Em 1985, Stuhlberger assumiu a direção da corretora e, em 1992, estruturou a área de gestão de fundos. Cinco anos depois, lançou o Fundo Verde, que se tornou um dos maiores e mais antigos hedge funds do Brasil.

Fonte: Exame

20 de dez. de 2024

Verde Asset encontrou a fórmula para superar a crise dos multimercados e bater o CDI?

Pela primeira vez desde 2016, a gestora ficou vendida em bolsa brasileira para se proteger do risco doméstico. Procurada, a Verde não comentou sobre o assunto. As recentes mudanças na estratégia de investimento da Verde Asset, gestora com R$ 19 bilhões sob gestão, buscam deixar para trás os tempos difíceis dos multimercados e estancar a queda do patrimônio líquido dos seus produtos.

Fonte: Estadão

07 de mai. de 2024

“Me penitencio por ter acreditado que PT teria seriedade fiscal”, diz Stuhlberger

Para Luis Stuhlberger, PLDO de 2025 foi um ‘game changer’ enorme do que esperar do governo em termos fiscais. Em tom bastante crítico, o CEO e CIO da renomada gestora Verde Asset Management, Luis Stuhlberger, mostrou-se arrependido de ter acreditado que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiria adotar uma postura um pouco mais controlada em relação ao equilíbrio das contas públicas ao longo de seu mandato.

Fonte: InfoMoney

11 de jul. de 2023

As apostas da Verde Asset, de Luis Stuhlberger, para junho

O fundo Verde apresentou alta de 0,89% em maio, ante avanço de 1,12% do CDI; gestora divulgou a carta mensal hoje. Segundo a carta mensal da gestora Verde Asset, de Luis Stuhlberger, os ganhos vieram das posições em ações no Brasil e em operações de juros nos EUA, enquanto as perdas vieram do hedge (proteção) em inflação no Brasil, das posições de commodities, juros na Europa e inflação americana.

Fonte: Estadão

14 de abr. de 2023

O mau presságio de Luis Stuhlberger para as empresas de capital aberto

Levantamento aponta as empresas mais endividadas no Brasil: o Carrefour tem uma das situações mais preocupantes, com 59% da dívida atrelada ao curto prazo. Um dos principais gestores de fundos do país, Luis Stuhlberger, está pessimista com a economia brasileira.

Fonte: Veja

06 de fev. de 2023

Verde Asset, de Luis Stuhlberger, fala duras verdades sobre Lemann e o 3G

Além de se declarar vítima de fraude, gestora criticou atitude de Lemann, Sicupira e Telles de não repararem as perdas financeiras. Um relatório enviado aos clientes da gestora Verde, de Luis Stuhlberger, faz duras críticas aos controladores da Americanas na ocasião do rombo contábil de 20 bilhões de reais no balanço, que resultou em um prejuízo de 14 bps no fundo com posição em debêntures da empresa, o que a levou a ficar marcada em aproximadamente 13% do valor de face.

Fonte: Veja

06 de fev. de 2023

Verde Asset, de Luis Stuhlberger, se diz vítima de fraude na crise da Americanas

O fundo também critica a empresa por só afastar executivos quase um mês após o comunicado sobre 'inconsistências contábeis'. Alega ainda que, embora o prejuízo sofrido seja relativamente pequeno com as debêntures da varejista, exercerá seu “dever fiduciário” de proteger os cotistas. “Temos a maior fraude da história corporativa do Brasil, um buraco de mais de 20 bilhões de reais”, diz o fundo no texto, divulgado nesta segunda-feira 6.

Fonte: CartaCapital

30 de nov. de 2021

Luis Stuhlberger: ‘Se governo tivesse se limitado a precatórios, mercado teria comprado’

Presidente da gestora Verde Asset Management diz que intenção populista do governo, de querer gastar mais para garantir votos nas urnas em 2022, acabou gerando ruídos no mercado e provocando descontentamento entre investidores com o projeto. O sócio fundador e presidente da gestora Verde Asset Management, Luis Stuhlberger, afirmou na noite desta terça-feira, 30, que os gastos do governo este ano não vão subir tanto e a situação das contas fiscais do Brasil será no final melhor do que se previa anteriormente.

Fonte: Estadão

19 de out. de 2021

Brisanet tem 5,42% do capital adquirido por fundo de Luis Stuhlberger

Verde Asset Management, antigo Credit Suisse Hedging Griffo, fica com mais de 5,42% das ações da Brisanet. A informação é da operadora, que divulgou comunicado enviado pelo fundo a fim de cumprir obrigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de sinalização de concentração de ações acima de 5%. A participação representa 24.351.500 de ações ordinárias emitidas pela Brisanet, compradas à vista no mercado.

Fonte: TeleSíntese

23 de nov. de 2020

Luis Stuhlberger está de volta ao Stock Pickers

Lendário gestor da Verde Asset é um dos convidados com Melhores da Bolsa 2020. — Show, don’t tell Mark Winkler, editor-chefe emérito da Bloomberg Leitor, não gostamos de usar esse espaço para falar de nós mesmos ou do que estamos fazendo. Mas hoje gostaríamos de pedir licença para contar um pouco de vantagem sobre o evento mais f*** do mercado de ações que você já viu: o nosso. Na semana que vem o Stock Pickers e o InfoMoney vão realizar o Melhores da Bolsa 2020.

Fonte: InfoMoney

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Luis Stuhlberger?

Gestor de investimentos, fundador do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde Asset Management.

Qual a idade de Luis Stuhlberger?

Nasceu em São Paulo em 1955, segundo a Wikipédia.

Onde Luis Stuhlberger estudou?

É engenheiro civil pela Poli-USP e fez especialização em Administração pela FGV.

Quando foi criado o Fundo Verde?

Em 1997, quando Stuhlberger ainda estava na Hedging-Griffo.

Quem comprou a Verde Asset?

A Vinci Compass anunciou em outubro de 2025 a compra de 50,1% da gestora.

Luis Stuhlberger deixou a Verde?

Não, ele continuou como CEO depois da venda para a Vinci Compass.

Quanto a Verde Asset tem sob gestão?

Cerca de R$ 15 bilhões em outubro de 2026, ante quase R$ 55 bilhões em 2021, segundo o Valor.

Qual foi o retorno do Fundo Verde em 2025?

15,94%, contra 14,31% do CDI no ano.

O que Luis Stuhlberger disse sobre a Americanas?

Em 2023, a Verde se disse vítima de uma fraude de mais de R$ 20 bilhões.

O que Stuhlberger diz sobre a eleição de 2026?

Em setembro de 2026, considerou razoável uma chance de 60% de vitória de Flávio Bolsonaro.

Qual o patrimônio de Luis Stuhlberger?

Não há valor divulgado em fontes confiáveis.

Luis Stuhlberger tem Wikipédia?

Sim, a Wikipédia em português tem verbete sobre ele.

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