Foto oficial de Laurentino Gomes

Laurentino Gomes

Jornalista e escritor

Em exercício desde 2007
Biografia

Resumo biográfico

Laurentino Gomes é um jornalista e escritor brasileiro, autor de alguns dos livros de história do Brasil mais vendidos do país. A trilogia 1808, 1822 e 1889, sobre a chegada da corte portuguesa, a Independência e a Proclamação da República, e a trilogia Escravidão, publicada entre 2019 e 2022, somam mais de 3,5 milhões de exemplares vendidos, segundo O Globo (25/11/2022). Venceu oito prêmios Jabuti. Em 2026, lançou Cobiça, Esplendor e Miséria. Nasceu em Maringá, no Paraná, em 17 de fevereiro de 1956, e tem 70 anos. Nas buscas, as pessoas procuram sua idade, a ordem dos livros e o que ele diz sobre a escravidão. Formação e jornalismo José Laurentino Gomes foi criado em Paiçandu, no Paraná, onde aprendeu cedo a gostar de leitura (RPC, 16/02/2026). Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e fez pós-graduação em administração de empresas na Universidade de São Paulo (USP), além de cursos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e na Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Trabalhou como repórter e editor em veículos como O Estado de S. Paulo e a revista Veja. A trilogia 1808, 1822 e 1889 O primeiro livro, 1808: como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil, narra a chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro. Lançado em 2007, venceu em 2008 o prêmio de melhor ensaio da Academia Brasileira de Letras e o Jabuti de livro-reportagem e de livro do ano de não ficção. No mesmo ano, a revista Época incluiu Laurentino entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil, por vender mais de meio milhão de exemplares de um livro de história. Em 7 de setembro de 2010, lançou 1822, sobre a Independência, na Bolsa Oficial de Café, em Santos. Para escrever 1889, pesquisou na Pensilvânia, nos Estados Unidos (Gazeta do Povo, 24/10/2011). O livro chegou às livrarias no segundo semestre de 2013, pela Globo Livros, com tiragem inicial de 200 mil exemplares. "A independência do Brasil se decidiu na Bahia", disse ao g1 (18/10/2013). Em 2014, 1889 venceu o Jabuti (O Globo, 16/10/2014). A obra também recebeu críticas. Em 2013, o historiador português Arthur de Lacerda classificou 1808 como "um mau livro" pelo "apelo comercial" e pelo "amadorismo" (Brasil 247, 28/12/2013). Laurentino costuma dizer que não escreve para historiadores, mas para o grande público (Gazeta do Povo, 15/11/2010). Em 2011, lançou versões juvenis ilustradas de 1808 e 1822, com adaptação de Luiz Antonio Aguiar. "Ninguém precisa sofrer para estudar história", disse ao Globo (27/07/2011). 1808 começa com uma situação hipotética: imaginar que o presidente do Brasil fugisse para a Austrália sob a proteção de aviões americanos, para que o leitor se coloque no lugar dos portugueses de 1807. Em 2016, o livro inspirou o projeto Era uma Vez Brasil, que levou estudantes a Portugal para refazer os caminhos da corte antes da fuga para o Rio (CartaCapital, 21/03/2016). Na Bienal do Rio de 2015, no Dia da Independência, Laurentino apontou a permanência de um "imaginário monárquico" no país, com saudosismo de Dom Pedro II e a expectativa de que o Estado resolva tudo (O Globo, 07/09/2015). Em 2023, citou José Bonifácio para dizer que a herança do passado, com escravidão, analfabetismo e concentração de renda, pode condicionar o futuro do Brasil (Exame, 30/09/2023). Trilogia Escravidão Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia sobre a escravidão. O primeiro volume, Do Primeiro Leilão de Cativos em Portugal até a Morte de Zumbi dos Palmares, saiu em agosto de 2019 e liderou as listas de mais vendidos (PublishNews, 30/08/2019). O segundo, sobre o século XVIII, saiu em junho de 2021 e venceu o Jabuti de 2022 na categoria biografia e reportagem. O terceiro, Da Independência do Brasil à Lei Áurea, foi lançado em 2022. "A escravidão é o assunto mais importante da história do Brasil, sem ela você não consegue entender nenhum acontecimento histórico", disse à BBC News Brasil (27/06/2021). Ao Globo, afirmou que a ideia de uma "escravidão boazinha" no Brasil "é autoengano, mentira, doença" (25/06/2022), e que "o pior racismo é aquele silencioso, praticado mesmo por quem não se considera racista" (22/06/2021). Em 2019, defendeu "uma segunda abolição" no país (Aventuras na História, 21/11/2019), mas disse não acreditar em reparação histórica (O Antagonista, 23/08/2019). Em 2024, declarou à Agência Pública que "a memória brasileira é uma memória branca" (18/12/2024). Em agosto de 2021, recebeu ataques e ameaças nas redes sociais depois de propor, em entrevista à revista portuguesa Visão, que Portugal reconhecesse seu papel na escravidão e pedisse perdão às vítimas (O Globo, 16/08/2021). Novo livro e Portugal Em maio de 2026, apresentou no Porto, em Portugal, o livro Cobiça, Esplendor e Miséria, sobre o impacto econômico, social e político da escravidão (Jornal de Notícias, 22/05/2026). "Em Portugal, a escravatura continua a ser um assunto secundário", disse ao mesmo jornal em setembro. "Reconhecer e pedir perdão pelos erros antigos é um primeiro passo fundamental para um futuro de maior respeito" (21/09/2026). À rádio portuguesa TSF, afirmou que a escravidão "não é apenas um assunto de livro de história" (25/07/2026). À Folha de S.Paulo, avaliou que 1808 não teria a mesma repercussão se fosse lançado hoje (26/04/2026). Prêmios e reconhecimento Além dos Jabutis, recebeu em 2020 o prêmio Faz Diferença, do Globo, na categoria livros. Foi entrevistado no Roda Viva, da TV Cultura, em 2019 e 2022. Em 2026, foi tema do quadro Bicho do Paraná, da RPC. Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Laurentino Gomes. Linha do tempo 1956: nasce em Maringá, no Paraná, em 17 de fevereiro. 2007: lança 1808. 2008: 1808 vence o Jabuti e o prêmio da ABL. 2010: lança 1822, em 7 de setembro. 2013: lança 1889. 2015: anuncia a trilogia Escravidão. 2019: lança o primeiro volume de Escravidão. 2021: lança o segundo volume. 2022: lança o terceiro volume e vence o Jabuti. 2026: lança Cobiça, Esplendor e Miséria.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Cobiça, Esplendor e Miséria

    Livro sobre a escravidão.

  2. 2022 — atual
    Escravidão - Volume III

    Da Independência à Lei Áurea.

  3. 2021 — atual
    Escravidão - Volume II

    Jabuti 2022.

  4. 2019 — atual
    Escravidão - Volume I

    Primeiro livro da trilogia.

  5. 2013 — atual
    1889

    Livro sobre a Proclamação da República.

  6. 2010 — atual
    1822

    Livro sobre a Independência.

  7. 2007 — atual
    1808

    Livro sobre a chegada da corte portuguesa.

Projetos e Realizações

Iniciativas

História2007
1808
Livro

Best-seller sobre a corte portuguesa no Brasil.

História2019
Escravidão
Livro

Trilogia sobre a escravidão no Brasil.

Na imprensa

Notícias de outros portais

25 de jul. de 2026

Laurentino Gomes: "A escravidão não é apenas um assunto de livro de história, é uma realidade presente"

O escritor brasileiro Laurentino Gomes esteve à conversa com Nuno Artur Silva no programa "A Escuta do Mundo", a propósito das trilogias "Família Real No Brasil - 1808, 1822 e 1889" e "Escravidão". No programa "A Escuta do Mundo", explicou como a primeira trilogia - "Família Real No Brasil - 1808, 1822, 1889" - acompanha a formação do Estado brasileiro, desde a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro até ao fim da monarquia.

Fonte: TSF Rádio Notícias

22 de mai. de 2026

Laurentino Gomes apresenta novo livro no Porto

"Cobiça, Esplendor e Miséria", o novo livro do jornalista e escritor brasileiro Laurentino Gomes, vai conhecer a sua primeira apresentação pública em Portugal já neste domingo. Novo livo do autor de "1808" analisa o impacto económico, social e político da escravatura "Cobiça, Esplendor e Miséria", o novo livro do jornalista e escritor brasileiro Laurentino Gomes, vai conhecer a sua primeira apresentação pública em Portugal já neste domingo.

Fonte: Jornal de Notícias

16 de fev. de 2026

Laurentino Gomes é Bicho do Paraná: conheça o escritor paranaense - Globo

Conheça o escritor que é Bicho do Paraná. Autor de “1808”, “1822”, “1889” e da trilogia “Escravidão”, Laurentino venceu oito prêmios Jabuti, foi publicado em diversos países e conquistou milhares de leitores pelo mundo. Das raízes das histórias às estrelas da literatura, Laurentino mostra que os Bichos do Paraná são destemidos e tem coragem de realizar os seus sonhos.

Fonte: Rede Globo

18 de dez. de 2024

“A memória brasileira é uma memória branca”, diz Laurentino Gomes

Jornalista e autor da trilogia Escravidão diz que a elite brasileira, com raras exceções, tem raízes escravistas. É o que se vê, por exemplo, em Orfeu negro, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 1960, a Palma de Ouro em Cannes e o Globo de Ouro. Protagonizado por atores negros, o filme levou ao resto do mundo a ideia de que o Brasil seria uma “democracia mestiça”.

Fonte: Agência Pública

30 de set. de 2023

Herança do passado pode condicionar o futuro do Brasil, afirma Laurentino Gomes

Ao Canal UM BRASIL, escritor conta que país também carrega as marcas do imenso analfabetismo dos períodos coloniais e da Proclamação da República. Laurentino Gomes: Segundo o jornalista, o país também carrega as marcas do imenso analfabetismo dos períodos coloniais (Um Brasil/Divulgação) A leitura da identidade brasileira por José Bonifácio de Andrada e Silva, apesar de ter mais de 200 anos, ainda é válida para o Brasil do século 21.

Fonte: Exame

25 de nov. de 2022

Laurentino Gomes ganha Prêmio Jabuti 2022 com 'Escravidão - Volume II'

Segundo volume de trilogia sobre a escravidão no Brasil vence na categoria Biografia e Reportagem; obra de Luiza Romão foi eleita livro do ano. O escritor e jornalista Laurentino Gomes venceu o Prêmio Jabuti 2022 na categoria Biografia e Reportagem com "Escravidão - Volume II", publicado pela editora Globo Livros. Recentemente, o autor lançou a derradeira parte da trilogia sobre o "fato histórico mais consequente da trajetória do Brasil", como ele diz.

Fonte: O Globo

25 de jun. de 2022

Laurentino Gomes: 'Escravidão boazinha no Brasil é autoengano, mentira, doença. Precisamos nos tratar'

Autor chega ao fim de trilogia sobre a a História da escravidão com obra que mostra por que o país ‘ainda não deu certo’ e com a certeza de ser preciso defender a ‘África que há em nós’. Estudar a fundo o fato histórico mais consequente da trajetória do Brasil, diz Laurentino Gomes, resultou em transformações no seu entendimento sobre a escravidão.

Fonte: O Globo

16 de ago. de 2021

Laurentino Gomes recebe ameaças por sugerir que Portugal deveria reconhecer o seu papel na escravatura

'Em princípio, o perdão não deveria assustar tanta gente', pondera o autor da trilogia de livros 'Escravidão'. Laurentino Gomes, autor da trilogia de livros "Escravidão", com dois volumes já lançados, sofreu ataques na internet ao propor que "Portugal deveria reconhecer o seu papel na escravatura e pedir perdão às vítimas dessa imensa tragédia humanitária".

Fonte: O Globo

27 de jun. de 2021

História apagou o quanto os africanos escravizados enriqueceram o Brasil, diz Laurentino Gomes

Autor diz que não é possível entender o Brasil sem entender a escravidão, tema de seu novo livro: "Quando você mergulha de fato na história, você vê que ss pessoas escravizadas são protagonistas", diz. Cerca de 2 milhões de pessoas foram arrancadas de suas terras na África, marcadas a ferro quente, embarcadas em navios, e comercializadas como se fossem produtos no Brasil ao longo de 100 anos.

Fonte: BBC News Brasil

22 de jun. de 2021

Laurentino Gomes: 'O pior racismo é aquele silencioso, praticado mesmo por quem não se admite racista'

Lançando segundo volume da trilogia 'Escravidão', escritor participou nesta terça de live com entrevista de repórteres do GLOBO. Lançando nesta terça-feira o s egundo volume da trilogia "Escravidão", o escritor Laurentino Gomes participou de uma live no canal do YouTube da Globo Livros, sendo entrevistado pelos jornalistas do GLOBO Ana Carolina Diniz, Gilberto Porcidônio e Bolívar Torres.

Fonte: O Globo

18 de jun. de 2021

‘Escravidão-Vol. II’ é mais uma boa investigação de Laurentino Gomes

Segunda parte da trilogia se concentra no século XVIII e analisa um passado que se reflete no presente do país. Segunda parte da trilogia iniciada em 2019, o livro se concentra no século XVIII, a partir da corrida do ouro em Minas Gerais e sua demanda por mão de obra escrava. O tráfico negreiro atinge seu auge no período, com 6 milhões de africanos trazidos às Américas — o Brasil recebeu um terço dessas pessoas.

Fonte: Veja

31 de jan. de 2020

Laurentino Gomes é premiado com o Faz Diferença na categoria 'Segundo Caderno/Livros'

Autor apresentou a milhares de leitores as chagas da escravidão e mostrou os desafios que o país terá que enfrentar para superar seus traumas. Para Laurentino Gomes, o ano de 2019 trouxe o primeiro passo de um desafio gigantesco. Fenômeno editorial brasileiro com livros sobre a História do Brasil, o jornalista e escritor lançou o primeiro volume de seu monumental “Escravidão”, saga que descreve aquela que é considerada por muitos a maior das nossas assombrações.

Fonte: O Globo

21 de nov. de 2019

Laurentino Gomes defende uma segunda abolição no Brasil

"Se você entrar numa rede social agora vai ver as manifestações de racismo explícitas, cruas, inclusive no discurso do presidente da República", diz o autor de Escravidão. Sua obra Escravidão explica como esta prática atingiu uma alta escala industrial, com mais de 12,5 milhões de africanos levados a força para a América para serem escravizados. Em entrevista ao EL PAÍS, o escritor declarou como esse processo ainda carrega marcas nos dias de hoje.

Fonte: Aventuras na História

08 de set. de 2019

Laurentino Gomes comemora decisão do STF que derruba censura e diz ter sido essa a melhor Bienal

Escritores se posicionaram contra a ordem do prefeito do Rio de recolher HQ que traz cena gay. RIO - Neste domingo, durante último dia da Bienal do Livro do Rio, o jornalista e escritor Laurentino Gomes comemorou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), ministro Dias Toffoli, que cassou a resolução do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio que permitia a censura de obras com temática LGBT na Bienal.

Fonte: O Globo

07 de set. de 2019

'Nossa alma africana nunca foi valorizada como deveria', diz Laurentino Gomes

Em entrevista à BBC Brasil News, autor da trilogia 1808, 1822 e 1889, explica como datas como o 7 de Setembro foram usadas no Regime Militar, no governo Lula e por Jair Bolsonaro. O Brasil é um país que dá importância demais aos seus símbolos, e de menos à sua gente. A definição é do escritor Laurentino Gomes, autor de uma trilogia premiada sobre a história do Brasil- os livros 1808, 1822 e 1889- e que acaba de lançar o primeiro livro de uma nova série, desta vez sobre a escravidão no país.

Fonte: BBC News Brasil

30 de ago. de 2019

Laurentino Gomes: "Legado da escravidão deve ser combatido" - DW.com

Autor de bem-sucedida série sobre o Brasil nos anos 1800, escritor volta a se debruçar sobre a história do país, abordando a escravidão em nova trilogia. Em entrevista, ele defende uma segunda abolição. A primeira obra da nova trilogia do autor Laurentino Gomes, intitulada Escravidão, será lançada no começo de setembro e vai abordar desde o primeiro leilão de escravos africanos enviados às Américas no século 16 até a morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1695.

Fonte: DW Brasil

30 de ago. de 2019

Com ‘Escravidão’ Laurentino Gomes lidera lista

O jornalista Laurentino Gomes se provou um campeão de vendas ao longo dos anos. Seus livros são daqueles long-sellers, que vendem bem sempre. Um exemplo disso é 1808, lançado em 2007 pela Planeta e que hoje é vendido pela Globo. Seu mais novo livro, Escravidão (Globo), acaba de chegar à lista ocupando o primeiríssimo lugar de Não Ficção, com 2.282 cópias vendidas nessa semana. Esse número foi suficiente para colocar o livro na nona posição do Ranking Geral. Ainda em Não Ficção, estrearam Orações selecionadas (Fons Sapientiae / Loyola), com 1.437 cópias vendidas, e Como destruir um país (Citadel), com 904. Em Infantojuvenil, a estreante foi a segunda edição do Box - Trilogia Authenticgames (Alto Astral). Foram 304 exemplares vendidos na semana.

Fonte: Publishnews

23 de ago. de 2019

Laurentino Gomes: "Não acredito em reparação histórica"

O entrevistado desta semana na Crusoé é o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor de três best-sellers cujos títulos lembram anos cruciais para a história do Brasil – 1808, 1822 e 1889 --, que se prepara para lançar na próxima semana o primeiro livro de sua empreitada mais ambiciosa até aqui: Escravidão -- Do Primeiro Leilão de Cativos em Portugal até a Morte de Zumbi dos Palmares. A obra é fruto de seis anos de trabalho, que incluíram viagens a doze países em três continentes.

Fonte: O Antagonista

07 de set. de 2015

Na Bienal, Laurentino Gomes aponta para a permanência de um imaginário monárquico

Autor de best-sellers sobre a história do Brasil, o jornalista disse, no Café Literário, não ver espaço para uma intervenção militar hoje. RIO — No dia em que se comemora a Independência do Brasil, o jornalista Laurentino Gomes deu uma aula sobre a história do país e refletiu sobre a atual crise no Café Literário da 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio.

Fonte: O Globo

16 de out. de 2014

Rubem Fonseca, Bernardo Carvalho, Laurentino Gomes e Lira Neto premiados no Jabuti 2014

Em duas categorias, um dos jurados tentou manipular ou se abstar de dar votos, o que contraria as regras. SÃO PAULO — O resultado da 56ª edição do Prêmio Jabuti foi apurado nesta quinta-feira, em São Paulo, na sede da Câmara Brasileira do Livro. Entre os premiados deste ano aparecem os escritores Rubem Fonseca, Bernardo Carvalho, Lira Neto e Laurentino Gomes. Lira Neto venceu na categoria biografia com seu "Getúlio - Do governo provisório à ditadura do Estado Novo (1930-1945)", publicado pela Companhia das Letras.

Fonte: O Globo

28 de dez. de 2013

Historiador ataca ‘1808’ e Laurentino Gomes

O português Arthur de Lacerda classifica a obra do jornalista brasileiro sobre a colonização do Brasil como "um mau livro, pela sua inclinação, pelo seu apelo. A sua inclinação é negativista, detratora de Portugal e fomentadora da muito famigerada lusofobia, desprezo e ódio de muitos brasileiros pelo nosso passado colonial e pela nossa origem portuguesa. Todo historiador é livre nos seus juízos, com que avalia personagens, considera-lhes a atuação, julga-lhes o papel, descreve conjunturas, enfatiza aspectos.

Fonte: Brasil 247

18 de out. de 2013

'A independência do Brasil se decidiu na Bahia', afirma Laurentino Gomes

Em entrevista, escritor reconhece importância dos baianos na história. Autor participa do segundo dia da Festa Literária de Cachoeira. Há quem diga que a independência do Brasil foi conquistada às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, à base do grito. Contrapondo a história oficial da maioria dos livros didáticos, o escritor José Laurentino Gomes afirma que "se não fosse a luta pela independência na Bahia, não existiria independência do Brasil".

Fonte: G1

24 de out. de 2011

Autor de 1808, Laurentino Gomes pesquisará para 1889 na Pensilvânia

Laurentino Gomes, jornalista e escritor. Maringá - Após vencer a 53.ª edição do Prêmio Jabuti de melhor reportagem com o livro 1822, o jornalista e escritor maringaense Laurentino Gomes anunciou, em entrevista à reportagem, que vai se mudar para a Pensilvânia, nos EUA, no início do ano que vem. Ele pretende fechar por lá seu próximo livro, 1889, sobre a Proclamação da República. Seus dois livros anteriores, 1808 e 1822 já venderam 1,2 milhão de exemplares.

Fonte: Gazeta do Povo

27 de jul. de 2011

Com versões juvenis de seus livros sobre a história do Brasil, Laurentino Gomes torna o estudo da disciplina mais acessível

RIO - "Ninguém precisa sofrer para estudar história". Foi com esse pensamento na cabeça que o escritor Laurentino Gomes decidiu lançar versões condensadas de seus maiores best-sellers. Com ilustrações de Rita Brugger e adaptação de Luiz Antonio Aguiar, as versões juvenis de "1808", lançada em 2008, e de "1822", que chegou às livrarias no mês passado, abordam momentos importantes da história do Brasil de uma forma mais leve e acessível.

Fonte: O Globo

15 de nov. de 2010

Em Ouro Preto, Laurentino Gomes diz não escrever para historiadores

Escritor e jornalista participou do Fórum das Letras. Depois de "1808" e "1822", o autor prepara a obra "1889". Ele falou sobre o papel do escritor em ampliar o acesso à informação e do modo como ele associa o jornalismo e a História.

Fonte: Gazeta do Povo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Laurentino Gomes?

É um jornalista e escritor paranaense, autor de 1808, 1822, 1889 e da trilogia Escravidão.

Qual a idade de Laurentino Gomes?

Nasceu em 17 de fevereiro de 1956, em Maringá, e tem 70 anos.

Qual a ordem dos livros de Laurentino Gomes?

1808 (2007), 1822 (2010), 1889 (2013), Escravidão I (2019), II (2021) e III (2022).

Quantos livros Laurentino Gomes vendeu?

As duas trilogias somam mais de 3,5 milhões de exemplares, segundo O Globo.

Quantos Jabutis Laurentino Gomes ganhou?

Oito prêmios Jabuti.

Laurentino Gomes é historiador?

É jornalista de formação, pela UFPR, e escreve livros de história para o grande público.

Qual o livro mais recente de Laurentino Gomes?

Cobiça, Esplendor e Miséria, lançado em 2026.

Sobre o que é o livro 1808?

Sobre a fuga da corte portuguesa para o Brasil e a chegada da família real ao Rio de Janeiro.

O que Laurentino Gomes diz sobre a escravidão?

Que é o assunto mais importante da história do Brasil e que a ideia de escravidão boazinha é autoengano.

Laurentino Gomes trabalhou na Veja?

Sim, foi repórter e editor da Veja e do Estadão.

Por que Laurentino Gomes recebeu ameaças em 2021?

Por propor que Portugal reconhecesse seu papel na escravidão e pedisse perdão.

Onde Laurentino Gomes nasceu?

Em Maringá, no Paraná, e foi criado em Paiçandu.

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