Foto oficial de Isaac Sidney Menezes Ferreira

Isaac Sidney Menezes Ferreira

Presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban); Advogado

Em exercício desde 2010
01Biografia

Resumo biográfico

Isaac Sidney Menezes Ferreira é advogado formado pelo Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) em 1998 e mestrando em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público. Nascido em 16 de janeiro de 1972 em São Luís, Maranhão, é inscrito na OAB-DF desde dezembro de 1998 com especialização em Direito Penal e Processual Penal. Trabalhou como economiário do Banco do Brasil (1990-2002), assessor parlamentar do Ministério da Defesa (2001-2002) e do Banco do Brasil (2000). No Banco Central do Brasil, foi procurador (2002-2010), chefe de gabinete do procurador-geral (2005-2007), chefe de gabinete do presidente (2007-2009), secretário-executivo (2009-2010) e procurador-geral (desde 2010). Atuou como professor de Direito Penal e Direito Processual Penal na Universidade Paulista (2005-2007) e professor substituto de Direito Penal na UniCEUB (2003-2004). É presidente da Febraban, cargo em que participou de debates internacionais sobre regulação financeira, incluindo o Fórum de Lisboa em 2026. Em 2023, foi alvo de queixas-crime ajuizadas pela Stone e Pagseguro, que o acusaram de conduzir campanha difamatória contra empresas de meios de pagamento no contexto de discussões sobre juros no cartão de crédito; a Febraban respondeu que as acusações seriam contraofensiva midiática oportunista. Em janeiro de 2026, a Febraban identificou volume atípico de postagens coordenadas em redes sociais e analisa se caracterizaria ataque coordenado à entidade. Como presidente da federação, defendeu publicamente o Pix como sistema de inclusão financeira e respondeu a críticas dos Estados Unidos sobre o sistema de pagamento brasileiro.
02Carreira

Trajetória

  1. 2010atual
    Procurador-Geral

    Banco Central do Brasil

  2. 20092010
    Secretário-Executivo

    Banco Central do Brasil

  3. 20072009
    Chefe de Gabinete do Presidente

    Banco Central do Brasil

  4. 20052007
    Professor de Direito Penal e Direito Processual Penal

    Universidade Paulista (UNIP)

  5. 20052007
    Chefe de Gabinete do Procurador-Geral

    Banco Central do Brasil

  6. 20032004
    Professor Substituto de Direito Penal

    Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)

  7. 20022010
    Procurador

    Banco Central do Brasil

  8. 20022002
    Assessor Jurídico

    Procuradoria-Geral do Banco Central do Brasil

  9. 20012002
    Chefe-Adjunto da Assessoria Parlamentar

    Ministério da Defesa

  10. 20002000
    Chefe da Assessoria Parlamentar

    Banco do Brasil

  11. 19982002
    Advogado

    Causas cíveis, criminais e trabalhistas

  12. 19902002
    Economiário

    Banco do Brasil

  13. 19881989
    Menor auxiliar de serviços gerais

    Banco do Brasil

04Na imprensa

Notícias de outros portais

03 de jun. de 2026

Para bancos brasileiros, ataque dos EUA ao Pix é fruto de 'mal-entendido'

Isaac Sidney, presidente da Febraban, declarou a jornalistas considerar que o ataque dos Estados Unidos ao Pix é resultado de um mal-entendido sobre o funcionamento do sistema. O governo americano acusa o Banco Central brasileiro de favorecer o Pix em detrimento de outras ferramentas de pagamento. Sidney afirmou que o governo brasileiro, Banco Central e setor bancário estão prontos para prestar esclarecimentos, ressaltando que o Pix não impede o uso de outras alternativas de pagamento e que foi fundamental para inclusão financeira no país. O executivo declarou que os bancos encaram as críticas dos EUA com tranquilidade.

Fonte: UOL

07 de jan. de 2026

Febraban identifica postagens pagas de influenciadores de direita contra Banco Central e a liquidação do Master

A Federação Brasileira de Bancos afirmou ter identificado um volume atípico de postagens em redes sociais com menções à entidade e seus representantes no final de dezembro, relacionadas ao caso da liquidação do Banco Master. Segundo a Febraban, houve um pico incomum de publicações concentrado em um período de 36 horas, que teria utilizado contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade do Banco Central e da própria Febraban. A entidade informou estar analisando se as postagens caracterizariam um ataque coordenado e ressaltou que observou redução significativa no volume anômalo nos dias seguintes.

Fonte: Jornal do Brasil

22 de dez. de 2023

Bancos vs. maquininhas: Stone aciona o presidente da Febraban na Justiça

A empresa de máquina de cartão Stone ajuizou queixa-crime contra Isaac Sidney, presidente da Febraban, acusando-o de promover campanha difamatória contra empresas do setor de meios de pagamento. A disputa faz parte de um conflito maior entre bancos e fintechs relacionado à regulação de juros e parcelamento do cartão de crédito.

Fonte: VEJA

22 de dez. de 2023

Stone e Pagseguro apresentam queixas-crime contra presidente da Febraban por suposta difamação

As empresas Stone e Pagseguro ajuizaram queixas-crime contra Isaac Sidney Menezes Ferreira, presidente da Febraban, acusando-o de difamação. As companhias alegam que Isaac Sidney conduz campanha difamatória contra instituições de meios de pagamento. A disputa ocorre no contexto de tensões entre bancos e fintechs sobre regulação de juros no cartão de crédito.

Fonte: O Globo

22 de dez. de 2023

Stone processa presidente da Febraban por campanha difamatória

A fintech Stone ajuizou queixa-crime contra Isaac Sidney Menezes Ferreira, presidente da Febraban, acusando-o de conduzir campanha difamatória contra instituições de pagamento. A Stone alegou que Isaac Sidney vem fazendo veiculação sistemática de declarações que atacam indevida e infundadamente a reputação da companhia e do setor em que atua. Segundo a empresa, as acusações de que a Stone não atuaria conforme permitido pelo arcabouço legal e regulatório são falsas e infamantes. A disputa ocorre no contexto de debate sobre o fim do parcelamento do cartão de crédito.

Fonte: CNN Brasil

06 de jul. de 2022

Presidente da Febraban: Crime que explodia agências virou cibernético

Isaac Sidney Menezes Ferreira, presidente da Febraban, declarou em entrevista à TV Migalhas que a questão de fraudes bancárias é um fenômeno mundial. Segundo ele, com a aceleração da digitalização, a criminalidade passou para o lado cibernético. Isaac apresentou dados de que entre 2020 e 2021 houve 8 bilhões de reais em tentativas de fraude, das quais 2 bilhões tiveram êxito. Ele também destacou que em 2021 ocorreram 100 bilhões de transações bancárias, das quais aproximadamente 80 bilhões foram por meios digitais.

Fonte: Migalhas

Sem imagem

06 de mai. de 2022

Na sala de visitas da Febraban, só políticos bolsonaristas

Reportagem do Intercept Brasil revelou que a Febraban, sob liderança do presidente Isaac Sidney, recebia exclusivamente políticos bolsonaristas em sua sala de visitas. De acordo com a matéria, políticos como Arthur Lira, Ciro Nogueira e João Roma, aliados do presidente Jair Bolsonaro, tomavam cafezinho com os banqueiros na instituição.

Fonte: Intercept Brasil

29 de abr. de 2022

Governo parece gostar de inflação e não se importar com consequências, diz presidente da Febraban

Isaac Sidney, presidente da Febraban, afirmou em entrevista ao Estadão que o governo busca um troféu para ter narrativa contra bancos, supondo que aumentar impostos sobre o setor bancário rende dividendos políticos e votos. Sidney criticou a edição de Medida Provisória pelo presidente Jair Bolsonaro que elevou de 20% para 21% a alíquota da Contribução Social sobre Lucro Líquido dos Bancos (CSLL), ressaltando que quem é impactado é o consumidor. Ele também afirmou que o governo parece gostar de inflação e não se importar com as consequências.

Fonte: Estadão