Cristina Pinho

Conselheira de Administração, Presidente do Instituto Luísa Pinho Sartori

01Biografia

Resumo biográfico

Cristina Pinho é uma executiva brasileira com mais de 20 anos de experiência no setor de óleo e gás. Formada em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui MBA pela CoppeAd UFRJ e pela Fundação Getúlio Vargas, além de ter completado o Programa de Executivos Sênior e o Programa de Estratégia Digital na Escola de Negócios da Universidade Columbia. Recebeu certificado em ESG Competent Boards em 2021. Na Petrobras, atuou como Gerente Executiva de Serviços e Logística de E&P entre 2012 e 2015. De janeiro a novembro de 2019, serviu como Secretária de Estado de Energia, Petróleo e Gás do Rio de Janeiro. De novembro de 2019 a janeiro de 2022, foi Diretora Executiva Corporativa do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. Atualmente, é conselheira de administração independente da Northern Technologies International Corporation (NTIC) desde agosto de 2020 e conselheira consultiva da Shell desde 2023. É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS) desde 2023 e membro do conselho do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) desde 2022, atuando como vice-presidente do conselho. É conselheira de administração da Ocyan desde agosto de 2020 e membro do conselho do Refauna. Desde 2022, atua como Co-Chair da Women Corporate Directors Foundation e como vice-presidente do Instituto Mulheres em Operações. É presidente do conselho do Instituto Luísa Pinho Sartori desde abril de 2015, organização sem fins lucrativos dedicada ao apoio de conservacionistas e biólogos na proteção ambiental, educação, conservação e desenvolvimento científico. Participa como membro do conselho da plataforma Investidores.vc. Suas qualificações incluem ampla experiência em questões de ESG, governança corporativa, diversidade, equidade e inclusão.
02Carreira

Trajetória

  1. 20192019
    Secretária de Estado de Energia, Petróleo e Gás

    Estado do Rio de Janeiro

  2. 20192022
    Diretora Executiva Corporativa

    Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis

  3. 20122015
    Gerente Executiva de Serviços e Logística de E&P

    Petrobras

04Na imprensa

Notícias de outros portais

09 de mai. de 2023

Conselhão do Lula tem 98 mulheres e diversidade de lideranças

O 'Conselhão' de Lula é formado por 246 membros da sociedade civil, dos quais 98 são mulheres, representando 40% do total. A lista inclui diversas ativistas dos direitos das mulheres, igualdade racial e população LGBTQIA+. Entre as líderes de empresas de tecnologia estão Cristina Junqueira (Nubank), Nayana Sampaio (Amazon), Silvia Penna (Uber) e Tânia Cosentino (Microsoft). O Conselho foi recriado para o governo Lula III após ter sido extinto durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Fonte: Vermelho

05 de mai. de 2023

Conselhão de Lula reúne 4 nomes do canal farma

O Conselhão de Lula iniciou atividades com quatro representantes ligados ao mercado farmacêutico. Entre eles estão Eduardo Calderari, presidente da Interfarma, e Nelson Mussolini. O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável representou uma das marcas das duas primeiras gestões de Lula à frente da Presidência da República, sendo extinto pelo governo de Jair Bolsonaro. Os membros atuam de maneira voluntária, auxiliando a gestão pública na formulação de políticas em prol de desenvolvimento social e econômico.

Fonte: Panorama Farmacêutico

04 de mai. de 2023

Veja quem são os 246 integrantes do 'Conselhão' de Lula

O presidente Lula recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), popularmente chamado de 'Conselhão', que havia sido extinto por Jair Bolsonaro em 2019. O grupo remontado por Lula conta com 246 integrantes de setores diversos, incluindo movimentos sociais, sindicatos, setor financeiro, agronegócio e empresas de tecnologia. O espaço é 'destinado a debater agendas e temas de interesse dos mais diversos segmentos da sociedade', segundo nota do Planalto. Cristina Pinho integra este conselho.

Fonte: CartaCapital