Conrado Leister

Diretor-Geral da Meta no Brasil

Em exercício desde 2017
01Biografia

Resumo biográfico

Conrado Leister é Diretor-Geral da Meta no Brasil, liderando equipes que desenvolvem soluções de negócios para anunciantes na principal economia da América Latina. Formado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, possui MBA pela Duke University (The Fuqua School of Business). Antes de ingressar na Meta em 2017, foi Operations Director da SAS AB para Brasil e América Latina, e vice-presidente regional de desenvolvimento de negócios da SAP. Em fevereiro de 2026, foi convocado pela CPI do Crime Organizado do Senado Federal para depor sobre a possível utilização de Facebook e Instagram para disseminação de golpes, venda de produtos proibidos e financiamento do crime organizado. Segundo documentos divulgados pela imprensa, a Meta teria faturado aproximadamente US$ 16 bilhões em 2024 com anúncios relacionados a golpes e produtos ilegais, representando cerca de 10% da receita anual da empresa. A oitiva ocorreu em 24 de fevereiro de 2026, com foco em esclarecer medidas adotadas pela empresa e dados sobre anunciantes e valores envolvidos.
02Carreira

Trajetória

  1. 2017atual
    Diretor-Geral da Meta no Brasil
04Na imprensa

Notícias de outros portais

24 de fev. de 2026

O que será questionado a diretor da Meta que depõe à CPI do Crime Organizado por anúncios ligados a golpes

Reportagem da VEJA sobre a oitiva de Conrado Leister, diretor da Meta, na CPI do Crime Organizado. A matéria detalha as questões que seriam levantadas pelos senadores, focando em como anúncios fraudulentos teriam funcionado como fonte de financiamento para facções criminosas. A investigação busca esclarecer medidas adotadas pela empresa para prevenir o uso de suas plataformas para atividades ilícitas e o volume de receita gerada com anúncios fraudulentos.

Fonte: VEJA

24 de fev. de 2026

CPI do Crime Organizado ouve diretor-geral da Meta no Brasil nesta terça-feira (24)

Matéria da Times Brasil/CNBC sobre a oitiva de Conrado Leister, diretor-geral da Meta no Brasil, na CPI do Crime Organizado. Os senadores buscam esclarecimentos sobre o possível uso de Facebook e Instagram como veículos para disseminação de atividades criminosas e como fonte de financiamento para o crime organizado. Conforme documentos, a empresa teria faturado cerca de US$ 16 bilhões em 2024 com anúncios fraudulentos.

Fonte: Times Brasil | CNBC

23 de fev. de 2026

Senador Do MDB Toma Depoimento De Diretor Da Meta Em CPI do Crime Organizado

Matéria do MDB (Movimento Democrático Brasileiro) sobre o depoimento de Conrado Leister, diretor da Meta no Brasil, prestado à CPI do Crime Organizado. A reportagem menciona que o relator, senador Alessandro Vieira (MDB), conduziu o questionamento sobre o possível uso de plataformas digitais para disseminação de atividades criminosas e financiamento do crime organizado.

Fonte: MDB - Movimento Democrático Brasileiro

21 de fev. de 2026

Congresso volta do carnaval com CPI do Crime Organizado e depoimento do diretor da Meta

Matéria do Brasil de Fato sobre a retomada dos trabalhos do Congresso Nacional com foco na Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado. A reportagem destaca a oitiva de Conrado Leister, diretor-geral da Meta no Brasil, prevista para terça-feira (24), com objetivo de esclarecer como plataformas digitais como Facebook e Instagram foram usadas para propagar atividades ilícitas e financiar organizações criminosas. Menciona que jornais brasileiros indicaram receita de cerca de US$ 16 bilhões da Meta em 2024 a partir de anúncios de golpes e produtos ilegais, representando aproximadamente 10% da receita anual da empresa.

Fonte: Brasil de Fato

18 de fev. de 2026

CPI do Crime Organizado convoca Meta para depor sobre anúncios ilegais

Matéria do Congresso em Foco sobre a convocação de Conrado Leister, diretor-geral da Meta no Brasil, para depor à CPI do Crime Organizado. A comissão busca esclarecimentos sobre o uso de Facebook e Instagram para disseminação de atividades criminosas e eventual financiamento do crime organizado, bem como as medidas tomadas pela empresa para prevenir tais atividades.

Fonte: Congresso em Foco

13 de fev. de 2026

CPI DO CRIME ORGANIZADO OUVE DIRETOR-GERAL DA META NO BRASIL

Matéria da Bahia Economica sobre a convocação de Conrado Leister, diretor-geral da Meta no Brasil, para depor na CPI do Crime Organizado. A convocação foi feita a partir de requerimento do relator da comissão, senador Alessandro Vieira, com caráter de urgência. Leister deveria esclarecer o possível uso de Facebook e Instagram para disseminação de atividades criminosas e financiamento do crime organizado. Segundo documentos internos da empresa, a Meta teria obtido faturamento aproximado de US$ 16 bilhões em 2024 com anúncios ligados a golpes e comercialização de produtos proibidos, representando cerca de 10% da receita anual total. O relator argumenta que esse tipo de publicidade pode ter servido como fonte de receita e mecanismo de lavagem de dinheiro para facções e organizações criminosas.

Fonte: Bahia Economica

13 de fev. de 2026

CPI do Crime Organizado ouve diretor-geral da Meta no Brasil

A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado do Senado Federal realizou oitiva com Conrado Leister, diretor-geral da Meta no Brasil. O objetivo foi ouvir esclarecimentos sobre o possível uso de Facebook e Instagram para disseminação de atividades criminosas e financiamento do crime organizado. Segundo documentos internos da empresa divulgados à imprensa, a Meta teria obtido faturamento aproximado de US$ 16 bilhões em 2024 com anúncios ligados a golpes e venda de produtos proibidos, representando cerca de 10% da receita anual total da companhia.

Fonte: Senado Federal

26 de nov. de 2025

CPI do Crime Organizado aprova convocação de diretor da Meta

Matéria do G1 sobre a aprovação da convocação de Conrado Leister, diretor da Meta no Brasil, pela CPI do Crime Organizado. O objetivo da oitiva seria ouvir as medidas tomadas pela empresa para evitar que as plataformas sejam usadas pelo crime organizado como ferramentas de divulgação e financiamento. Segundo o relator, senador Alessandro Vieira, anúncios de golpes de comércio eletrônico, investimentos falsos, cassinos ilegais e venda de produtos médicos proibidos expuseram milhões de usuários. Vieira argumentou que esses anúncios poderiam constituir fontes de receita e métodos de lavagem de capitais para facções e organizações criminosas.

Fonte: G1