Bruno Queiroga
Advogado e CEO da SICPA América do Sul
Resumo biográfico
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21 de jan. de 2016
Advogado admite ter sido testemunha de negócio suspeito de irrigar conta de Cunha
O advogado Bruno Catsiamakis Queiroga admitiu à Procuradoria-Geral da República que assinou como testemunha o contrato entre empresas apontadas pelas investigações da Operação Lava Jato como responsáveis por irrigar uma das contas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Suíça. Em seu segundo depoimento, prestado em 2 de dezembro de 2015, em Brasília, Queiroga admitiu ter assinado como testemunha um contrato entre as empresas Lusitânia e Acona, em 2010. A Lusitânia pertence a Idalécio de Oliveira, empresário português apontado pelos investigadores como origem da propina repassada a Eduardo Cunha. Já a Acona é de João Augusto Rezende Henriques, tido pela força-tarefa da Lava Jato como lobista do PMDB. De acordo com as investigações, a Lusitânia repassou US$ 10 milhões à Acona que, em 2011, fez um aporte de 1,3 milhões de francos suíços na Orion, um dos trustes na Suíça que tem o presidente da Câmara como beneficiário. Queiroga é amigo e já foi sócio de Felipe Diniz, filho do ex-deputado Fernando Diniz (PMDB-MG), apontado como responsável por indicar depósito na conta do peemedebista.
Fonte: Noticias R7