Bruno Queiroga

Advogado e CEO da SICPA América do Sul

01Biografia

Resumo biográfico

Bruno Queiroga é advogado e atua como CEO da SICPA América do Sul, empresa global especializada em soluções tecnológicas de segurança presente em mais de 180 países. Em declarações públicas, destaca a importância da liderança no combate à corrupção e na implementação de programas de compliance corporativo. Segundo reportagens de 2015, Queiroga foi testemunha em contrato entre empresas investigadas pela Operação Lava Jato. Em seu depoimento à Procuradoria-Geral da República em dezembro de 2015, admitiu ter assinado como testemunha um contrato entre as empresas Lusitânia e Acona em 2010. Segundo as investigações, essas empresas foram apontadas como responsáveis por transferências de recursos que chegaram a contas do então presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Suíça. Queiroga afirmou na época ter assinado o documento "como faria para qualquer amigo, na qualidade de testemunha, sem questionar seu conteúdo" e disse não ter lido o contrato.
04Na imprensa

Notícias de outros portais

21 de jan. de 2016

Advogado admite ter sido testemunha de negócio suspeito de irrigar conta de Cunha

O advogado Bruno Catsiamakis Queiroga admitiu à Procuradoria-Geral da República que assinou como testemunha o contrato entre empresas apontadas pelas investigações da Operação Lava Jato como responsáveis por irrigar uma das contas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Suíça. Em seu segundo depoimento, prestado em 2 de dezembro de 2015, em Brasília, Queiroga admitiu ter assinado como testemunha um contrato entre as empresas Lusitânia e Acona, em 2010. A Lusitânia pertence a Idalécio de Oliveira, empresário português apontado pelos investigadores como origem da propina repassada a Eduardo Cunha. Já a Acona é de João Augusto Rezende Henriques, tido pela força-tarefa da Lava Jato como lobista do PMDB. De acordo com as investigações, a Lusitânia repassou US$ 10 milhões à Acona que, em 2011, fez um aporte de 1,3 milhões de francos suíços na Orion, um dos trustes na Suíça que tem o presidente da Câmara como beneficiário. Queiroga é amigo e já foi sócio de Felipe Diniz, filho do ex-deputado Fernando Diniz (PMDB-MG), apontado como responsável por indicar depósito na conta do peemedebista.

Fonte: Noticias R7