
Braulina Aurora
Antropóloga, pesquisadora e ativista indígena
Resumo biográfico
Trajetória
- 2024 — atualDoutoranda em Antropologia Social
Universidade de Brasília (UnB), com orientação do Prof. Dr. Luiz Cayon, financiada por bolsa CAPES.
- 2019 — 2022Mestra em Antropologia Social
Universidade de Brasília (UnB). Dissertação: 'Indígenas Mulheres: Corpo território em movimento'. Orientadora: Profa. Dra. Sílvia Guimarães. Co-orientador: Prof. Dr. Luís Cayon. Bolsista CAPES.
- 2017 — 2017Formação complementar em Direito dos Povos Indígenas
ONU-Mulheres, ONU e UnB, Brasil. Carga horária: 60 horas.
- 2015 — 2015Seminário de Licenciamento Ambiental: Realidade e Perspectivas
Instituto Socioambiental (ISA), Brasil. Carga horária: 9 horas.
- 2013 — atualBacharela em Ciências Sociais
Universidade de Brasília (UnB).
Notícias de outros portais

28 de set. de 2023
Antropóloga indígena Braulina Baniwa pede em Paris veto de Lula para Marco Temporal aprovado no Senado
Braulina Aurora Baniwa, antropóloga e ativista indígena do povo Baniwa, foi convidada de honra do 19º Festival de Documentários Brasil em Movimento em Paris. No evento, ela criticou a aprovação do Marco Temporal pelo Senado brasileiro, chamando-o de retrocesso, e pediu que o presidente Lula vete o projeto. A Lei que estabelece o Marco Temporal havia sido rejeitada pelo STF na semana anterior.
Fonte: RFI

04 de mai. de 2023
Conselhão recriado por Lula tem representantes da Amazônia Legal
O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), reativado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi recriado com representantes da Amazônia Legal, incluindo especialistas em meio ambiente e direitos indígenas. O conselho reúne representantes da ciência, pesquisa, sociedade civil organizada, povos tradicionais e originários, além do setor financeiro e agronegócio. Braulina Baniwa está entre os membros conforme mencionado no contexto de representantes indígenas.
Fonte: Revista Cenarium

03 de out. de 2018
Roda de conversa aborda saúde e sexualidade indígena
Braulina Aurora, junto com estudantes indígenas Dirlene Chagas, Evelyn Nery e Suliete Gervásio da Universidade de Brasília, coordenou uma roda de conversa temática discutindo saúde e sexualidade indígena sob perspectivas pessoais, acadêmicas e culturais. O evento ocorreu na Maloca, Centro de Convivência Multicultural dos Povos Indígenas da UnB, e abordou temas considerados pouco discutidos nas comunidades indígenas.
Fonte: UnB Notícias

25 de abr. de 2017
As escolas têm que pautar a questão da violência contra as mulheres indígenas, diz Braulina Baniwa no Dia Laranja
Braulina Aurora Baniwa, presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB), foi entrevistada pela ONU Mulheres no Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra Mulheres Indígenas. Ela discutiu a importância da demarcação de terras para a luta das mulheres indígenas e abordou o contexto de violência enfrentado por mulheres indígenas, enfatizando o papel das escolas na pauta.
Fonte: ONU Mulheres – Brasil
Causas e valores defendidos
Direitos territoriais e demarcação de terras indígenas
Defende a demarcação e proteção dos territórios indígenas como fundamento para a vida e dignidade dos povos originários.
Violência contra mulheres indígenas
Trabalha no enfrentamento à violência contra mulheres indígenas dentro e fora das comunidades, incluindo a importância da educação para prevenção.
Saúde e sexualidade indígena
Promove debates sobre saúde sexual e reprodutiva, e práticas culturais indígenas relacionadas ao corpo e bem-estar.
Gênero e questões feministas indígenas
Defende a igualdade de gênero e o protagonismo das mulheres indígenas nos movimentos sociais, academia e políticas públicas.
Educação indígena nas universidades
Trabalha pela permanência, acolhimento e valorização de estudantes indígenas nas instituições de ensino superior.
Racismo institucional
Atua no debate sobre invisibilidade de estudantes indígenas e enfrentamento ao racismo nas universidades.
Bioeconomia indígena e saberes ancestrais
Produz conhecimento sobre sociobioeconomia, bioeconomia indígena da Amazônia e tecnologias sociais indígenas.