Foto oficial de Angelita Habr-Gama

Angelita Habr-Gama

Médica cirurgiã e coloproctologista

Em exercício desde 1952
Biografia

Resumo biográfico

Angelita Habr-Gama foi uma médica, cirurgiã, pesquisadora e professora brasileira, referência mundial em coloproctologia e no tratamento do câncer de reto. Primeira mulher residente de cirurgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e primeira professora titular de uma especialidade cirúrgica da universidade, criou o protocolo "Watch and Wait" ("observe e espere"), que mudou a forma de tratar o câncer de reto baixo em todo o mundo. Morreu em São Paulo em 30 de maio de 2026, aos 92 anos. Origem Angelita Habr-Gama nasceu na Ilha de Marajó, no Pará, em 25 de julho de 1933. Era filha de imigrantes libaneses. Segundo o Estadão, a avó, a caminho dos Estados Unidos em 1908, teve conjuntivite no navio, e a família acabou vindo para o Brasil, passando pelo Maranhão e por Belém até se fixar em Marajó. Mais tarde, a família mudou-se para São Paulo. Estudou em escolas públicas, como a Escola Caetano de Campos, onde as amigas do vôlei a influenciaram a escolher a medicina. O pai preferia que ela fosse professora, como as irmãs mais velhas, mas ela insistiu e entrou na Faculdade de Medicina da USP em 1952, aprovada em oitavo lugar. Formação e pioneirismo Durante o curso, um colega mais velho pediu que ela suturasse um abdômen; ela respondeu que só sabia costurar roupa, mas mostrou jeito para a cirurgia. Passou em primeiro lugar no concurso de residência e, em 1958, tornou-se a primeira mulher residente de cirurgia geral do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob orientação de Alípio Corrêa Netto. Em 1959, num congresso internacional, conheceu médicos do St. Mark's Hospital, em Londres, o único hospital do mundo dedicado a doenças intestinais. O hospital respondeu que não aceitava mulheres, mas ela insistiu e, no início dos anos 1960, foi a primeira mulher a estagiar lá, com bolsa da Capes e do British Council, usando o vestiário das enfermeiras. Carreira acadêmica De volta ao Brasil, foi contratada pelo Hospital das Clínicas e pela FMUSP. Fez doutorado de 1962 a 1966, com a tese "Motilidade do cólon e reto". Foi a primeira professora titular em cirurgia do Departamento de Gastroenterologia da FMUSP e, em 1995, tornou a coloproctologia uma disciplina própria na faculdade. Presidiu a Sociedade Brasileira de Coloproctologia nos anos 1980 e o Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. Foi professora titular emérita da FMUSP e cirurgiã do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde atuava no Instituto Angelita & Joaquim Gama de Coloproctologia e Cirurgia Digestiva, que fundou e no qual orientou gerações de especialistas. Organizou o primeiro curso teórico e prático de colonoscopia do país, o exame do interior do cólon, e ajudou a estruturar a coloproctologia no Brasil. Também participou dos projetos Genoma da Fapesp: segundo a revista Pesquisa Fapesp, seu laboratório trabalhou no sequenciamento da bactéria Xylella fastidiosa, e ela atuou no projeto Genoma Humano do Câncer. A revista a descreveu, em 2006, como uma profissional de "perseverança, grande capacidade de trabalho e um otimismo contagiante". Segundo a Wikipédia, publicou 307 trabalhos em periódicos científicos e 204 capítulos de livros, orientou 12 teses de mestrado e 12 de doutorado e organizou livros como "Câncer do estômago e do intestino grosso – prevenção e detecção" (1980) e "Clínica cirúrgica" (2008). Watch and Wait Sua principal contribuição foi mudar o paradigma, adotado durante quase todo o século XX, de que o câncer de reto baixo deveria ser operado de imediato. A partir de uma pesquisa clínica iniciada em 1981, propôs em 1991 o protocolo "Watch and Wait": o tratamento começa com quimioterapia e radioterapia, e o paciente é acompanhado de perto antes de se decidir por uma cirurgia radical. Em parte dos casos, o tumor desaparece e a operação, que pode deixar sequelas permanentes, é evitada. O método tornou-se referência internacional nas diretrizes de tratamento do câncer de reto. Prevenção Fundou e presidiu a Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci) e foi indicada pela Organização Mundial de Gastroenterologia para coordenar no Brasil o programa de prevenção do câncer colorretal. Pela associação, promovia eventos de conscientização em todo o país. Defendia o diagnóstico precoce e a alimentação saudável como formas de prevenção. Em entrevista ao Valor em 2020, avaliou que "o Brasil tem uma medicina de alto nível". Prêmios e reconhecimento Recebeu mais de 50 prêmios e honrarias. Em 2002, foi a primeira mulher a se tornar membro honorário da American Surgical Association e, em abril de 2006, em Zurique, a primeira latino-americana e primeira mulher a receber o título de membro honorário da European Surgical Association pela carreira, honraria dada até então a apenas 17 médicos no mundo. Foi eleita pela Forbes Brasil uma das mulheres mais influentes do país em 2006 e era grande oficial da Ordem do Ipiranga, além de receber a Medalha do Mérito Santos-Dumont e a Medalha do Pacificador. Em 2022, apareceu na lista da Universidade Stanford e da Elsevier dos 2% de cientistas mais citados do mundo. Em novembro de 2023, tornou-se a primeira mulher e a primeira pessoa da América Latina a receber a Medalha Bigelow, da Sociedade de Cirurgia de Boston. "Tenho a chance de aliviar a dor e a oportunidade de estar sempre como estudante", disse à Veja na ocasião. Em setembro de 2025, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia deu seu nome a uma sala, o Golden Hall Angelita Habr-Gama. Era associada da Associação Paulista de Medicina desde 1959. Morte e homenagens Morreu em 30 de maio de 2026, em São Paulo, segundo nota do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Entidades como o Conselho Federal de Medicina e a Associação Paulista de Medicina lamentaram a morte; para a APM, foi "uma perda irreparável para a Medicina brasileira". Em junho de 2026, o Projeto de Lei 590/2026, protocolado na Assembleia Legislativa de São Paulo, propôs rebatizar a Estação Clínicas, da Linha 2-Verde do Metrô, como "Estação Clínicas – Dra. Angelita Habr-Gama".
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — 2023
    Medalha Bigelow

    Sociedade de Cirurgia de Boston.

  2. 2022 — 2022
    Lista de cientistas mais citados de Stanford

    Reconhecimento.

  3. 2006 — 2006
    Membro honorário da European Surgical Association

    Primeira latino-americana.

  4. 2002 — 2002
    Membro honorário da American Surgical Association

    Primeira mulher.

  5. 1995 — atual
    Disciplina de Coloproctologia da FMUSP

    Criadora.

  6. 1991 — 1991
    Protocolo Watch and Wait

    Proposto.

  7. 1981 — atual
    Pesquisa sobre câncer de reto

    Início do estudo clínico.

  8. 1962 — 1966
    Doutorado na FMUSP

    Motilidade do cólon e reto.

  9. 1960 — atual
    Estágio no St. Mark's Hospital

    Londres.

  10. 1958 — 1959
    Primeira mulher residente de cirurgia do HC-FMUSP

    Residência.

  11. 1952 — atual
    Faculdade de Medicina da USP

    Graduação.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Coloproctologia1991
Watch and Wait
Protocolo médico

Tratamento do câncer de reto sem cirurgia imediata.

Saúde pública
Abrapreci
Associação

Prevenção do câncer de intestino.

Cirurgia
Instituto Angelita & Joaquim Gama
Instituição

Coloproctologia e cirurgia digestiva.

Na imprensa

Notícias de outros portais

15 de jun. de 2026

Projeto de lei na Alesp propõe renomear Estação Clínicas da Linha 2-Verde do Metrô em homenagem à médica Angelita Habr-Gama

Texto apresentado prevê inclusão do nome da pesquisadora e cirurgiã após falecimento ocorrido em maio de 2026 ARTHUR FERRARI Um projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São. A proposta foi publicada na edição de 15 de junho de 2026 do Diário Oficial do Estado, por meio do Projeto de Lei nº 590/2026. De acordo com o texto, a mudança preserva a identificação histórica da estação com a região das Clínicas, acrescentando o nome da médica Angelita Habr-Gama, falecida em 30 de maio de 2026.

Fonte: Diário do Transporte

01 de jun. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, médica referência no país

A cirurgiã coloproctologista Angelita Habr-Gama, uma referência brasileira e mundial em sua área, morreu no sábado, aos 93 anos. A cirurgiã coloproctologista Angelita Habr-Gama morreu no sábado (30), aos 93 anos, informou o Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Uma das mais reconhecidas cirurgiãs do país, ela foi referência mundial na área que estuda as doenças do intestino grosso, reto e ânus.

Fonte: Valor Econômico

01 de jun. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, referência mundial no tratamento do câncer de reto

A médica Angelita Habr-Gama, considerada uma das maiores referências da medicina brasileira e uma das principais autoridades mundiais no tratamento do câncer. A informação foi confirmada pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde ela estava internada desde o dia 6 de maio. Professora titular emérita da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Angelita construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo, pela produção científica e pela formação de gerações de médicos.

Fonte: Agora RN

01 de jun. de 2026

Doutora Angelita Habr-Gama, A Primeira Cirurgiã Brasileira, Morre Aos 92 Anos.

A Dra. Angelita Habr-Gama foi uma das médicas, cirurgiãs e pesquisadoras mais importantes do Brasil e do mundo, reconhecida internacionalmente por revolucionar o tratamento do câncer colorretal. Ela faleceu no dia 30 de maio de 2026, aos 92 anos, em São Paulo, deixando um legado inestimável para a ciência e a medicina. Dra. Angelita foi […]. Angelita foi a primeira mulher residente em cirurgia e professora titular na FMUSP.

Fonte: Sou Mais Pop

01 de jun. de 2026

APM lamenta a morte e relembra trajetória de Angelita Habr-Gama - APM - Associação Paulista de Medicina

Pioneira na cirurgia brasileira e associada desde 1959, especialista marcou gerações por suas contribuições à Coloproctologia, à pesquisa científica e à formação médica no Brasil. Associada da APM desde 1959, ela era uma das maiores referências mundiais em Coloproctologia, além de uma das mais importantes médicas brasileiras. Pioneira na cirurgia do País, sua trajetória marcou gerações por suas contribuições à especialidade, à pesquisa científica e à formação médica.

Fonte: Apm

31 de mai. de 2026

Quem era Angelita Habr-Gama, médica brasileira mundialmente premiada que faleceu neste sábado - Globo

Cirurgiã e professora titular emérita da Faculdade de Medicina da USP morreu aos 92 anos, no último sábado (30). Angelita Habr-Gama, reconhecida mundialmente por seus feitos como cirurgiã e estudiosa na área da coloproctologia. A informação foi divulgada neste domingo (31), pela equipe de comunicação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde a pesquisadora estava internada desde o dia 6 de maio.

Fonte: Marie Claire

31 de mai. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, pioneira da cirurgia contra o câncer de reto

Médica, pesquisadora e professora da USP revolucionou o tratamento do câncer de reto e foi a primeira mulher a ocupar marcos históricos da cirurgia brasileira. A professora, pesquisadora e cirurgiã Angelita Habr-Gama morreu na noite deste sábado (30), aos 92 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde ela estava internada desde o dia 6 de maio.

Fonte: Band

31 de mai. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, pioneira da cirurgia no Brasil

Médica era referência mundial em câncer de reto e é velada neste domingo (31), na FMUSP. Ela estava internada desde 6 de maio no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde integrava o corpo clínico desde 1980. O velório será realizado neste domingo (31), até as 19h, no teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP ). Natural da Ilha do Marajó, no Pará, Angelita construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo em uma área historicamente ocupada por homens.

Fonte: SBT News

31 de mai. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, referência mundial em coloproctologia e uma das médicas mais premiadas do Brasil

Causa da morte não foi divulgada. A médica e pesquisadora Angelita Habr-Gama morreu neste sábado, 30, aos 92 anos. Referência mundial em coloproctologia e no tratamento do câncer colorretal, ela estava internada desde o dia 6 de maio no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Reconhecida como uma das médicas mais importantes do Brasil, Angelita construiu uma trajetória marcada por pioneirismo, descobertas científicas e superação em um ambiente historicamente dominado por homens.

Fonte: Jornal Opção

31 de mai. de 2026

Quem foi Angelita Habr-Gama, médica e professora premiada que morreu

Coloproctologista foi a primeira mulher a se tornar professora titular de uma especialidade cirúrgica da USP. A professora e médica Angelita Habr-Gama morreu neste sábado (30), aos 93 anos. De acordo com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ela estava internada na instituição desde o dia 6 de maio. Habr-Gama foi professora titular emérita da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), além de pesquisadora e cirurgiã coloproctologista do Centro Especializado em Aparelho Digestivo do Hospital.

Fonte: CNN Brasil

31 de mai. de 2026

Morre Angelita Habr-Gama, médica que revolucionou o tratamento do câncer colorretal

Criadora de método utilizado até os dias atuais, coloproctologista recebeu mais de 50 prêmios e foi símbolo de luta pela vida na pandemia de covid-19. Uma das maiores referências no Brasil e no mundo por ter revolucionado o tratamento do câncer colorretal, a cirurgiã coloproctologista Angelita Habr-Gama morreu aos 93 anos na noite deste sábado, 30, no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, instituição onde atuou por mais de quarenta anos.

Fonte: Veja

31 de mai. de 2026

Legado de Angelita Habr-gama: a trajetória da médica que revolucionou a cirurgia

A medicina brasileira lamenta a perda de Angelita Habr-Gama, pioneira na cirurgia e referência mundial em pesquisa científica e ensino médico. A medicina brasileira perdeu uma de suas figuras mais emblemáticas. O falecimento da médica Angelita Habr-Gama, reconhecida mundialmente por sua atuação pioneira na cirurgia, gerou uma onda de homenagens de instituições e autoridades.

Fonte: Fato Paulista

21 de ago. de 2020

À Mesa com o Valor - Angelita Habr-Gama: “O Brasil tem uma medicina de alto nível”

Referência mundial em coloproctologia, médica ocotogenária abriu caminho para mulheres na área e supera a covid após 54 dias internada. E lá se vão mais de sete décadas desde que a estudante de medicina foi intimada pelo colega, cirurgião no segundo ano da residência, a fechar o corte no abdômen do homem que acabara de ser operado de hérnia inguinal (na virilha). Assustada, a primeira reação foi a recusa. Até então, nunca “costurara” nenhum dos doentes.

Fonte: Valor Econômico

07 de mar. de 2020

Angelita Habr-Gama e uma história feita de acaso e dedicação

Uma das principais cirurgiãs do País conta sua trajetória em livro escrito por Ignácio de Loyola Brandão. Angelita Habr-Gama sabe que a vida é fruto de determinação, estudo, trabalho e dedicação. Algo – que foi ajudando a abrir o caminho para que ela pudesse, com essa determinação, estudo, trabalho e dedicação, se tornar uma das mais respeitas médicas do mundo.

Fonte: Estadão

25 de ago. de 2006

Angelita Habr-Gama: Vitória em campo minado

A médica Angelita Habr-Gama tem três traços de personalidade comuns em profissionais de sucesso: perseverança, grande capacidade de trabalho e um otimismo contagiante. Juntar a essas qualidades um enorme talento na sua especialidade, a cirurgia do aparelho digestivo, é o suficiente para descolar Angelita do rol de pessoas bem-sucedidas e colocá-la num patamar superior, entre as que criam e fazem escola. Para chegar a tanto foi preciso alguma ousadia: ela foi a primeira mulher residente em cirurgia geral do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em 1958, numa época em que esse era.

Fonte: Revistapesquisa.fapesp.br

Causas

Causas e valores defendidos

Prevenção do câncer de intestino

Diagnóstico precoce.

Mulheres na medicina

Pioneira na cirurgia.

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Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem foi Angelita Habr-Gama?

Médica cirurgiã e coloproctologista, pioneira da cirurgia no Brasil e criadora do protocolo Watch and Wait.

Quando Angelita Habr-Gama morreu?

Em 30 de maio de 2026, em São Paulo, aos 92 anos.

Onde Angelita Habr-Gama nasceu?

Na Ilha de Marajó, no Pará, em 25 de julho de 1933.

O que é o Watch and Wait?

Protocolo que trata o câncer de reto com quimio e radioterapia e acompanha o paciente antes de decidir pela cirurgia.

Angelita Habr-Gama foi a primeira cirurgiã do Brasil?

Foi a primeira mulher residente de cirurgia do HC-FMUSP, em 1958.

Onde Angelita Habr-Gama estudou?

Na Faculdade de Medicina da USP, onde entrou em 1952.

Quais prêmios Angelita Habr-Gama recebeu?

Mais de 50, como a Medalha Bigelow (2023) e a lista Forbes das mulheres mais influentes.

Onde Angelita Habr-Gama trabalhava?

No Hospital Alemão Oswaldo Cruz e na FMUSP.

A estação do metrô vai ter o nome de Angelita Habr-Gama?

Um projeto de lei de 2026 na Alesp propõe rebatizar a Estação Clínicas com o nome dela.

Qual era a especialidade de Angelita Habr-Gama?

Coloproctologia e cirurgia do aparelho digestivo, com foco no câncer de reto.

O que é a Abrapreci?

A Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino, fundada por ela.