Foto oficial de Ana Fontes

Ana Fontes

Fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME) e Instituto RME; Empreendedora Social

Em exercício desde 2010
01Biografia

Resumo biográfico

Ana Fontes é fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), organizações dedicadas ao apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil. Publicitária de formação, ela atuou por quase 17 anos em empresas multinacionais na área de marketing antes de deixar o ambiente corporativo. Após retornar de licença-maternidade, decidiu desligar-se da companhia para estar mais próxima de suas duas filhas. Participou do programa "10 Mil Mulheres" da FGV em parceria com o Goldman Sachs, onde aprendeu sobre empreendedorismo. Em 2010, criou a Rede Mulher Empreendedora como um blog e comunidade no Facebook para compartilhar conhecimento com outras empreendedoras, preenchendo uma lacuna de apoio e solidariedade. Em 2017, fundou o Instituto RME para capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade, com enfoque em empreendedoras negras, trans, residentes em comunidades e mulheres com mais de 50 anos. Desde sua criação, a RME conecta milhões de mulheres e já impactou, direta e indiretamente, mais de 15 milhões de pessoas. A estimativa é que cada mulher apoiada pelas organizações gera impacto em pelo menos outras quatro pessoas, considerando família e entorno. A RME oferece programas de capacitação, aceleração de negócios, conteúdo educacional, mentorias voluntárias e conexões entre empreendedoras por meio de comunidades digitais, encontros presenciais e iniciativas de networking. Também desenvolveu o programa "Potência Feminina" com apoio do Google, que treina mulheres para a economia digital e concede doações a negócios liderados por mulheres. Ana Fontes é vice-presidente do Conselho do Pacto Global no Brasil, membro delegada líder do W20 (grupo de engajamento do G20 focado em igualdade de gênero), conselheira de empresas como Pacto Global da ONU, Seguros Unimed, Instituto Avon, Plan International e UAM/Grupo Ânima, e membro do conselhão da Presidência da República (CDESS). É palestrante especializada em empreendedorismo, diversidade, inclusão, liderança feminina e geração de renda, além de colunista da Folha de São Paulo. Professora de MBA em Economia Circular na PUCRS e do Programa Empreendedorismo em Ação no Insper. Em maio de 2026, foi homenageada em Nova York pelo Person of the Year Awards da BrazilCham (Brazilian-American Chamber of Commerce) por impulsionar a liderança feminina. É autora do livro "Negócios: Um Assunto de Mulheres", que analisa e homenageia a trajetória de milhões de mulheres empreendedoras no Brasil.
02Carreira

Trajetória

  1. 2017atual
    Fundadora e CEO do Instituto Rede Mulher Empreendedora
  2. 2010atual
    Fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora
  3. 20092010
    Participante do Programa 10 Mil Mulheres (FGV/Goldman Sachs)
  4. 19932010
    Executiva em Empresas Multinacionais (Área de Marketing)
03Projetos & relatorias

Iniciativas legislativas

Rede Mulher Empreendedora (RME)
Plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino

Primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, criada em 2010. Oferece programas de capacitação, aceleração de negócios, conteúdo educacional, mentorias voluntárias e promove conexões entre empreendedoras através de comunidades digitais, encontros presenciais e iniciativas de networking. Conecta milhões de mulheres e gera cerca de R$ 50 milhões em rendas de pequenos e grandes negócios no Brasil. Impactou mais de 15 milhões de pessoas direta e indiretamente.

Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME)
Instituto de capacitação para mulheres em vulnerabilidade

Fundado em 2017, dedica-se à capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade social, com enfoque em empreendedoras negras, trans, residentes em comunidades e mulheres com mais de 50 anos. Funciona de forma complementar à RME em seus objetivos de inclusão econômica.

Potência Feminina
Programa de capacitação para economia digital

Programa de capacitação para treinar mulheres na economia digital com apoio do Google. Escolhe 180 negócios liderados por mulheres a cada três meses para receber doação de R$ 10 mil cada, com objetivo de treinar mais de 50 mil mulheres nos próximos dois anos.

Negócios: Um Assunto de Mulheres
Livro sobre empreendedorismo feminino

Livro que analisa e homenageia a jornada de milhões de mulheres que empreendem no Brasil, apesar dos desafios, e as transformações que promovem em seu entorno.

04Na imprensa

Notícias de outros portais

20 de mai. de 2026

Podcast ONU News: Ana Fontes, a criadora da rede de mulheres que empreendem

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e vice-presidente do Conselho do Pacto Global no Brasil, é entrevistada em podcast da ONU News. A iniciativa, estabelecida há 16 anos, conecta 3 milhões de mulheres e gera R$ 50 milhões em rendas de pequenos e grandes negócios no Brasil. Segundo Fontes, quando uma mulher consegue gerar o próprio dinheiro, ela tem autonomia e poder para tomar as próprias decisões e ter uma vida melhor. O Brasil registra mais de um terço dos negócios gerenciados por mulheres, desde pequenas, médias a grandes empresas.

Fonte: ONU News

13 de mai. de 2026

Ana Fontes É Homenageada em Nova York por Impulsionar a Liderança Feminina

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, é homenageada em Nova York por seu trabalho na promoção da liderança feminina. Em entrevista à Forbes Brasil, ela afirma que o prêmio renova o propósito de garantir que o suporte, o conhecimento e a rede de contatos cheguem a cada mulher.

Fonte: Forbes Brasil

13 de jan. de 2026

Ana Fontes: empreendedorismo feminino cresce em 2026, mas acesso ao capital precisa acompanhar

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, publica artigo de opinião em PEGN alertando que, embora o empreendedorismo feminino cresça no Brasil, escala e impacto financeiro ainda não avançam na mesma proporção. Fontes identifica o acesso a capital como o principal gargalo estrutural, afirmando que fundadoras, especialmente em comunidades de baixa renda ou fora dos grandes centros, enfrentam abismo de desconfiança, burocracia e dificuldade em obter crédito bancário tradicional.

Fonte: PEGN

30 de dez. de 2025

Fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes já impactou mais de 15 milhões de pessoas — e agora quer conceder crédito

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), completa 15 anos de atuação em 2025. A atuação conjunta das duas organizações já impactou direta e indiretamente mais de 15 milhões de pessoas. Segundo Fontes, quando as mulheres prosperam financeiramente, tendem a reinvestir na educação dos filhos, no bem-estar da família, na melhoria da estrutura da casa e no fortalecimento da comunidade ao redor. A estimativa é que a cada mulher apoiada pelas organizações, pelo menos outras quatro pessoas sejam impactadas, considerando família e entorno.

Fonte: Seu Dinheiro

19 de nov. de 2025

O dia da mulher empreendedora na voz delas; veja depoimentos

Matéria da revista Viva sobre o Dia da Mulher Empreendedora, apresentando depoimentos de mulheres em diferentes estágios de suas carreiras empreendedoras. Segundo o Sebrae, há 2,7 milhões de mulheres com mais de 50 anos empreendendo no Brasil. A matéria aborda desafios enfrentados por empreendedoras, como acesso a capital, dificuldade em obter crédito, importância do planejamento financeiro e adoção de tecnologia e inteligência artificial.

Fonte: Viva

06Causas

Causas e valores defendidos

Empreendedorismo Feminino

Apoio ao desenvolvimento e fortalecimento de mulheres empreendedoras no Brasil

Inclusão Econômica de Mulheres

Foco em mulheres em situação de vulnerabilidade social, incluindo mulheres negras, trans, residentes em comunidades e com mais de 50 anos

Autonomia Financeira

Geração de renda e independência financeira para mulheres

Liderança Feminina

Promoção de liderança e empoderamento de mulheres em diversos contextos

Diversidade e Inclusão

Igualdade de gênero e oportunidades equitativas nas economias e empresas

08Perguntas frequentes

FAQ

Quando e como Ana Fontes fundou a Rede Mulher Empreendedora?

Ana Fontes fundou a Rede Mulher Empreendedora em 2010 como um blog e comunidade no Facebook para compartilhar o conhecimento que havia adquirido no programa 10 Mil Mulheres da FGV em parceria com o Goldman Sachs. Após deixar sua carreira corporativa em uma multinacional, ela percebeu que as inquietações, medos e dúvidas enfrentados por empreendedoras eram compartilhados por muitas mulheres em busca de orientação e apoio, criando assim uma plataforma para preencher essa lacuna com solidariedade e conhecimento.

Quantas mulheres a Rede Mulher Empreendedora já impactou?

Segundo informações recentes, a Rede Mulher Empreendedora (RME) e o Instituto RME atuando em conjunto já impactaram direta e indiretamente mais de 15 milhões de pessoas. A estimativa é que a cada mulher apoiada pelas organizações, pelo menos outras quatro pessoas sejam impactadas, considerando família e entorno. Em termos de conectividade direta, a RME conecta milhões de mulheres e seu conteúdo já foi consumido por aproximadamente 9 a 15 milhões de mulheres desde sua fundação.

Qual é o propósito principal da Rede Mulher Empreendedora?

O propósito principal da Rede Mulher Empreendedora é contribuir com a inclusão econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade social, proporcionando liberdade de decisão e independência financeira. A organização busca colocar o empreendedorismo feminino 'no mapa' e garantir que o suporte, conhecimento e rede de contatos cheguem a cada mulher, permitindo que elas gerem seu próprio dinheiro e tenham autonomia para tomar suas próprias decisões e ter uma vida melhor.

Quais são os principais desafios que Ana Fontes identifica no empreendedorismo feminino?

Ana Fontes identifica vários gargalos estruturais que freiam o empreendedorismo feminino no Brasil: (1) Acesso a capital - fundadoras enfrentam um abismo de desconfiança e burocracia, com crédito bancário tradicional quase proibitivo; (2) Disparidade em investimentos - a esmagadora maioria dos cheques de venture capital e private equity ainda vai para fundadores homens, refletindo vieses inconscientes; (3) Necessidade de políticas de diversidade - embora haja crescimento de fundos focados em diversidade, o mercado ainda é dominado por homens. Apesar dessas barreiras, as empreendedoras dominam setores cruciais da economia.

Qual é a relação entre o crescimento econômico das mulheres e o impacto social?

Segundo Ana Fontes, quando as mulheres prosperam financeiramente, os efeitos vão muito além do negócio individual. Elas tendem a reinvestir na educação dos filhos, no bem-estar da família, na melhoria da estrutura da casa e no fortalecimento da comunidade ao redor. Também é comum que tragam outra mulher para o negócio, criando um efeito multiplicador de oportunidades e empoderamento econômico em suas redes de relacionamento.